Tropas ucranianas recuaram na região.
Ainda sem responder a proposta sobre um acordo de cessar-fogo com a Ucrânia, o ditador russo, Vladmir Putin, ordenou o exército russo a “libertar completamente” a cidade russa de Kursk durante visita à região.
“Espero que todas as missões de combate que nossas unidades enfrentam sejam concluídas e que o território da região de Kursk seja em breve completamente libertado do inimigo”, disse.
De acordo com o Estado-Maior da Rússia, as tropas capturaram 430 soldados ucranianos em Kursk.
Segundo Putin, os combatentes devem ser “tratados como terroristas, de acordo com as leis russas”, ao sugerir que eles podem ficar presos por décadas.
Essa foi a primeira visita do ditador à região ocidental de Kursk, na Rússia, desde que as forças ucranianas tomaram parte do território.
Em 6 de agosto do ano passado, a Ucrânia invadiu a fronteira e tomou parte da faixa territorial.
Após o início de negociações na Arábia Saudita, a Ucrânia apoiou uma proposta apresentada pelo secretário de estado americano, Marco Rubio, para um cessar-fogo provisório de 30 dias com a Rússia nesta terça-feira, 11.
Na reunião, os representantes dos Estados Unidos concordaram em suspender as restrições impostas à ajuda militar e de inteligência aos ucranianos.
Em declaração conjunta, os países discutiram sobre a “importância dos esforços de ajuda humanitária”, incluindo a “troca de prisioneiros de guerra, a libertação de detidos civis e o retorno de crianças ucranianas transferidas à força”.
Como resultado do encontro, os Estados Unidos e a Ucrânia afirmaram que devem “concluir o mais rápido possível” o acordo de exploração de minerais ucranianos, com o intuito de promover a recuperação econômica do país.
Mín. 20° Máx. 30°