
Pedido da defesa, para que o ex-presidente passe por cirurgia com o objetivo de "reparar o manguito rotador e lesões associadas", foi reforçado na semana passada.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, deu cinco dias para que a Procuradoria-Geral da República se manifeste sobre o pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro para fazer uma cirurgia no ombro direito. Após o parecer, caberá a Moraes autorizar ou não a realização do procedimento.
O pedido da defesa, para que o ex-presidente passe por cirurgia com o objetivo de “reparar o manguito rotador e lesões associadas”, foi reforçado na semana passada. Na ocasião, Bolsonaro teve uma consulta um ortopedista especialista de ombro e cotovelo.
Segundo relatório médico mais recente, Bolsonaro teve uma “boa evolução do quadro pulmonar e digestivo” em meio à recuperação do quadro de broncopneumonia registrado no mês passado. Segundo o cardiologista Brasil Ramos Caiado, Bolsonaro tem relatado melhora das queixas de cansaço, refluxo e dispneia (dificuldade de respirar), inclusive com maior disposição física para as atividades de rotina.
As informações constam de relatório que a defesa de Bolsonaro encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes em cumprimento às regras da prisão domiciliar do ex-chefe do Executivo. Ainda de acordo com o documento, o exame físico de Bolsonaro nesta semana mostrou “pressão arterial controlada, melhora discreta e progressiva na ausculta do pulmão esquerdo”.
Moraes autorizou a domiciliar humanitária até que Bolsonaro se recupere totalmente do quadro de broncopneumonia. A medida tem validade de 90 dias, contados a partir do dia 24 de março. Ao final de tal prazo, Moraes vai decidir se Bolsonaro seguirá em casa ou voltará a cumprir pena na Papudinha.
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