
O programa Paraná Mais Verde, referência nacional em restauração ambiental, começou a ser ampliado pelo Governo do Estado. A estimativa é chegar em 2027 com um aumento de 20% no número de espécies produzidas pelos 19 viveiros florestais e dois laboratórios de sementes administrados pelo Instituto Água e Terra (IAT), perfazendo um plantel de cerca de 190 mudas diferentes. Atualmente, o órgão ambiental vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest) conta com uma carteira com 163 árvores à disposição da população.
No ano passado, de acordo com a Gerência de Restauração Ambiental do IAT, cinco novas espécies consideradas ameaçadas de extinção, comuns nas macrorregiões de Guarapuava (Centro) e Ponta Grossa (Campos Gerais), foram incorporadas ao sistema ambiental paranaense – Coerana-lisa (Cestrum intermedium), Anzol-de-lontra (Strychnos brasiliensis), Guaburiti (Plinia rivularis), grão-de-galo (Celtis iguanaea) e Ibirubá (Eugenia neoverrucosa). O aumento foi de 3%.
Para 2026, a meta é incrementar a produção com mais nove exemplares de plantas, entre elas o Butiá-da-serra (Butia eriospatha), palmeira de amplo potencial econômico em áreas como alimentação, artesanato, paisagismo e restauração. O Butiá encontra-se atualmente na lista de espécies classificadas como vulneráveis.
“De maneira geral, ao ampliar a variedade de espécies oferecidas, estamos melhorando a qualidade das áreas que serão restauradas, com impacto bastante significativo no meio ambiente do Paraná. Isso inclui, por exemplo, a maior oferta de alimento para a fauna silvestre, garantindo a conservação de diversas espécies de animais”, afirmou o gerente de Restauração Ambiental do IAT, Mauro Scharnik.
Essa ampliação no plantel de restauração está diretamente ligada ao acordo de cooperação assinado no ano passado entre IAT e Sociedade Chauá , entidade sem fins lucrativos e referência na proteção à natureza e na conservação e produção de espécies ameaçadas da Floresta Ombrófila Mista. A parceria envolve ações conjuntas voltadas para o intercâmbio de sementes, plântulas (embrião vegetal) e mudas, além da capacitação técnica das equipes envolvidas. O objetivo é fortalecer a produção de mudas de espécies nativas e de exemplares ameaçados de extinção.
“Esse acordo permite ampliar o conhecimento técnico sobre espécies nativas de difícil propagação, aquelas que raramente são produzidas em viveiros devido à complexidade na coleta dos órgãos reprodutores ou à falta de informações sobre o manejo de cultivo. Agregamos também o intercâmbio de material genético, garantindo mudas de qualidade e em maior variedade” explicou Scharnik.
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