
O Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh), promoveu mais uma edição do projeto “Direitos Humanos nas Escolas”. Desta vez, a ação ocorreu na Escola Estadual de Ensino Fundamental Santo Afonso, localizada no bairro do Telégrafo, em Belém. Estudantes do 6º ano participaram de um momento de conscientização sobre direitos humanos e a importância de respeitá-los, na tarde da última terça-feira (28).
A Seirdh já realizou 12 encontros em diversas escolas do Pará, alcançando mais de mil alunos de diferentes faixas etárias e níveis de ensino. O projeto atende desde o Jardim II até Educação de Jovens e Adultos (EJA).
“O ‘DH nas Escolas’ é um projeto muito importante da Seirdh, no qual levamos uma abordagem sobre o que são os direitos humanos e a importância do respeito ao próximo para a inclusão social. Trabalhamos temas complexos do dia a dia, que muitas vezes geram desconforto, como diferentes formas de discriminação (homofobia, capacitismo, etarismo, racismo, entre outras). O projeto busca formar cidadãos capazes de analisar essas questões de forma crítica, por meio de uma metodologia ativa, incentivando a reflexão sobre atitudes do cotidiano”, destacou a diretora de Direitos Humanos da Seirdh, Gabriela Brito Ferreira.
Na Escola Santo Afonso, a atividade teve como foco o enfrentamento ao bullying e ao preconceito no ambiente escolar. Após a palestra e exibição de filmes sobre o assunto, os estudantes participaram de dinâmicas em grupo.
Para a estudante Sophia Martins, de 12 anos, o momento foi importante para ampliar a consciência sobre direitos humanos e cidadania. “Está sendo muito legal, porque estou adquirindo mais conhecimento sobre o que é o bullying. Aprendi o que não se deve fazer e como agir ao presenciar um colega passando por essa situação”, comentou.
Para a professora de Língua Portuguesa, Márcia Moraes, a parceria entre a Seirdh e a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) fortalece o processo educativo. “Sempre orientamos os alunos sobre esse tema. Mas quando vem alguém de fora da escola, as crianças conseguem ampliar a compreensão. Essa formação reforça ainda mais a importância de combater esse problema no ambiente escolar”, afirmou.
O curso foi ministrado pela equipe da Diretoria de Direitos Humanos (DDH), formada por Gabriela Ferreira, Rafaela Vale, Denilson Silva e Elaine Aragão.
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