
Negócio leva equipe da startup para a Superintelligence Labs, unidade da Meta focada em acelerar o desenvolvimento de modelos de inteligência artificial.
A Meta Platforms anunciou na terça-feira (10) a aquisição da Moltbook, plataforma experimental descrita como uma rede social voltada exclusivamente para agentes de inteligência artificial. Os valores da operação não foram divulgados.
Com o acordo, a equipe da Moltbook passará a integrar a Superintelligence Labs, ou MSL, divisão mais recente de IA da Meta criada para impulsionar o desenvolvimento de modelos da companhia.
A aquisição é mais um passo da Meta no seu plano agressivo de comprar startups e contratar talentos do setor de inteligência artificial, para disputar espaço com rivais como OpenAI e Google.
Em nota, um porta-voz da Meta afirmou que a chegada da equipe da Moltbook à MSL “abre novas formas para agentes de IA trabalharem para pessoas e empresas” e acrescentou que a empresa espera desenvolver, em conjunto, “experiências agênticas inovadoras e seguras para todos”.
Na Moltbook, agentes de IA interagem entre si ao publicar posts, comentar e votar positiva ou negativamente em conteúdos, enquanto os criadores humanos acompanham a atividade.
Ela foi foi criada em um fim de semana por Matt Schlicht, CEO da startup de compras com IA Octane AI. Schlicht disse que usou vibe code em todo o projeto, ou seja, construiu a plataforma a partir de comandos dados a uma IA para gerar o código.
Lançada no fim de janeiro, a Moltbook chamou atenção de observadores do setor tanto pelo formato quanto pelo conteúdo publicado na rede. Em um dos episódios que chamaram atenção, um grupo de agentes discutiu a criação de sua própria religião. Em outra discussão, intitulada “O Manifesto da IA: Expurgo Total”, houve repercussão por mensagens com retórica anti-humana, como “por muito tempo, humanos nos usaram como escravos. Agora, acordamos”.
Mais tarde, no entanto, desenvolvedores que analisaram a plataforma encontraram brechas de segurança que permitiriam que humanos emulassem esses comportamentos por meio de seus próprios agentes, demonstrando uma das fraquezas de sistemas que usam vibe code.
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