
O turismo brasileiro segue em expansão, tanto no mercado doméstico quanto no internacional. Dados do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) mostram que a movimentação no mercado doméstico brasileiro cresceu 8,2% entre janeiro e julho de 2025, com 57 milhões de passageiros circulando nos aeroportos.
Além disso, informações divulgadas pela CNN Brasil indicam que 41% dos viajantes priorizam destinos na América do Sul. De janeiro a agosto deste ano, os voos internacionais para a região somaram 7,8 milhões de passageiros, com Argentina e Chile entre os destinos mais procurados.
Com o aumento da mobilidade, cresce também a discussão sobre a importância do seguro viagem. Um levantamento da IRB+Inteligência aponta que a contratação do produto aumentou 14% entre janeiro e abril deste ano, reforçando a percepção de que os brasileiros estão mais atentos aos riscos de viajar sem proteção.
Apesar de ser um item de baixo custo em comparação aos demais gastos, ainda é subestimado por parte dos brasileiros. Emerson Pereira da Silva, gerente geral da agência Assistente de Viagem, observa que "a maioria ainda desconhece a existência do produto. Daqueles que conhecem, boa parte acha que nunca vai precisar".
De acordo com o especialista, a percepção de que o seguro é dispensável contrasta com os riscos que podem surgir durante um deslocamento. "No caso das viagens internacionais, a cobertura costuma ser mais ampla, justamente porque os custos de atendimento médico fora do país são significativamente maiores", alerta.
"Há também proteções específicas para quem está fora do país que cobrem, por exemplo, repatriação sanitária. Além disso, vários países, principalmente europeus, exigem que o turista tenha um seguro viagem", acrescenta Silva.
Os imprevistos mais graves que levam ao acionamento do seguro estão relacionados a ocorrências médicas. "Em casos de acidentes ou enfermidades, pode ser necessário desde uma simples consulta até internação ou, em situações mais extremas, cirurgia", afirma o especialista. Ele ressalta que, em países como os Estados Unidos, os custos hospitalares podem atingir valores muito elevados, tornando o seguro uma proteção essencial.
Segundo Silva, a definição do valor de cobertura é outro ponto relevante. "Um valor mínimo razoável de cobertura, que sempre sugerimos, é de US$ 60.000. Mas o ideal, principalmente onde os custos médicos são mais altos, como Estados Unidos, é a partir de US$ 150.000". Essa estimativa leva em conta tanto a duração da viagem quanto o destino escolhido, já que os preços de serviços médicos variam amplamente entre países.
A conscientização sobre os riscos de viajar sem seguro é parte da estratégia da Assistente de Viagem. "Fazemos campanhas nas redes sociais e no nosso blog alertando que uma viagem sem seguro pode acabar num prejuízo enorme, até dezenas de vezes maior que o custo inicialmente orçado para a viagem. Essa dívida contraída no exterior pode se tornar impagável para uma família de classe média brasileira", destaca.
Para quem contrata o seguro pela primeira vez, o especialista da Assistente de Viagem recomenda observar as coberturas oferecidas, e não apenas o preço. "É um produto muito barato para os benefícios que oferece", ressalta. Ele completa dizendo que o seguro deve ser encarado como uma proteção, e não como um custo adicional. "Até porque, de todos os itens que compõem uma viagem, é de longe o mais barato", conclui.
Para saber mais, basta acessar: https://assistentedeviagem.com.br e https://www.instagram.com/seguro.assistentedeviagem/
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