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Confiança do consumidor brasileiro sobe pelo 2º mês seguido em outubro, diz FGV

Confiança do consumidor brasileiro sobe pelo 2º mês seguido em outubro, diz FGV

27/10/2025 às 09h44
Por: Redação Fonte: Reuters
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Confiança do consumidor brasileiro sobe pelo 2º mês seguido em outubro, diz FGV

Confiança do consumidor brasileiro sobe pelo 2º mês seguido em outubro, diz FGV.

 

"O resultado foi impulsionado pela melhora da percepção sobre o presente e das expectativas futuras", disse em nota Anna Carolina Gouveia, economista do FGV IBRE.

A confiança dos consumidores brasileiros avançou pelo segundo mês seguido em outubro diante da melhora da percepção sobre o presente e das expectativas futuras, mostraram dados da Fundação Getúlio Vargas divulgados nesta segunda-feira (27).

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O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da FGV teve no mês alta de 1,0 ponto, chegando a 88,5 pontos.

“A segunda alta consecutiva da confiança do consumidor consolida a trajetória de recuperação gradativa do indicador, iniciada em março de 2025, após as perdas incorridas no fim do ano passado”, disse em nota Anna Carolina Gouveia, economista do FGV IBRE.

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“O resultado foi impulsionado pela melhora da percepção sobre o presente e das expectativas futuras, além de ter sido notadamente influenciado pela alta da confiança das famílias de menor renda”, completou.

Tanto o Índice de Situação Atual (ISA) quanto o Índice de Expectativas (IE) tiveram alta de 1,0 ponto no mês, alcançando respectivamente 83,0 e 92,8 pontos.

Entre os quesitos que compõem o ISA, o indicador de situação econômica local atual avançou 2,3 pontos, para 95,5 pontos. No IE, o indicador de situação econômica local futura avançou 2,3 pontos, para 106,9 pontos, maior nível desde outubro de 2024 (107,2 pontos).

“O quadro do mês sinaliza um consumidor menos pessimista dada a manutenção do emprego e da renda junto a uma trajetória de queda da inflação nos últimos meses. Por outro lado, os níveis de inadimplência e a alta taxa de juros comprometem uma melhora mais robusta da confiança”, disse Gouveia.

Com a taxa básica de juros mantida em 15%, o Banco Central disse que entrou agora em um novo estágio da política monetária que prevê a Selic inalterada por longo período para buscar a meta de inflação.

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