
Ministro pede destaque em julgamento de ADIs que contestam norma do Conselho Federal de Psicologia; voto de Alexandre de Moraes mantém integralmente a validade da resolução de 1999.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin pediu destaque, no domingo (12), e levou ao plenário físico da Corte o julgamento que decide a validade de duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) sobre uma resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que proibiu a adoção de terapias de conversão sexual.
A norma analisada pelo STF está em vigor desde 1999 e veda a associação entre a prática de psicoterapia e crenças religiosas, como nas terapias de reversão popularmente chamadas de “cura gay”.
A resolução é questionada pelo Partido Novo e pelo Instituto Brasileiro de Direito e Religião, que argumentam, em uma das ADIs, que trechos do texto publicado pelo CFP violam a liberdade religiosa dos psicólogos.
Em sentido oposto, outra ADI, proposta pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT), pede ao Supremo que reconheça a constitucionalidade da resolução. Para a sigla, o texto não restringe a fé dos profissionais de psicologia, mas estabelece limites para evitar que crenças pessoais interfiram no atendimento.
O julgamento, que ocorria no plenário virtual, é relatado pelo ministro Alexandre de Moraes, que, em seu voto, rejeitou o pedido do Novo e declarou a constitucionalidade integral da resolução do Conselho Federal de Psicologia.
Moraes destacou, em seu voto, que, embora a espiritualidade do paciente possa ser discutida em sessão, caso ele assim deseje, a religião do profissional não pode “contaminar a metodologia da terapia”. O ministro concluiu que as regras do CFP não violam a liberdade religiosa, mas buscam garantir a laicidade do Estado.
Com o pedido de destaque de Fachin, o julgamento foi interrompido e ainda não há data para ser retomado no plenário físico.
ALE-RO Fábrica de lajotas em Guajará-Mirim fortalece obras e melhorias na infraestrutura do município
ALE-RO Alero aprova R$ 248,7 mil para aquisição de embarcações para a Polícia Civil
ALE-RO Dra. Taíssa cobra pagamento de terceirizados do Hospital Júlio Pérez
Aleac Arlenilson Cunha lamenta assassinato de médica e comenta aumento do ICMS sobre combustíveis
Aleac Maria Antônia lamenta assassinato de médica em Brasileia e presta solidariedade à família
ALE-RO Alero aprova mais de meio milhão para pagamento de benefícios a servidores do Sine estadual
Aleac Edvaldo Magalhães cobra revisão de protocolos de proteção às mulheres após assassinato de médica
Aleac Manoel Moraes rebate críticas ao ICMS e defende cobrança sobre combustíveis no Acre
Aleac Tadeu Hassem cobra eficácia de medidas protetivas após assassinato de médica em Brasileia e apresenta Moção de Pesar Mín. 20° Máx. 32°