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EAU e Bahrein articulam medidas para liberar Ormuz no Conselho de Segurança da ONU.

EAU e Bahrein articulam medidas para liberar Ormuz no Conselho de Segurança da ONU.

01/04/2026 às 20h14
Por: Redação Fonte: Estadão Conteúdo
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EAU e Bahrein articulam medidas para liberar Ormuz no Conselho de Segurança da ONU.

EAU e Bahrein articulam medidas para liberar Ormuz no Conselho de Segurança da ONU.

 

Países pediram que a ONU autorize uma série de medidas, incluindo uso da força, para reabrir o Estreito de Ormuz.

Os Emirados Árabes Unidos apelaram à Organização das Nações Unidas (ONU) para que autorizem uma série de medidas, incluindo o uso da força, para reabrir o Estreito de Ormuz, enquanto os países do Golfo Pérsico pressionam o Irã para restabelecer a livre passagem ao longo do vital corredor energético global.

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Em carta vista pela Bloomberg endereçada ao secretário-geral da ONU, António Guterres, e ao presidente do Conselho de Segurança, Mohamed Abushahab, o embaixador dos Emirados Árabes Unidos junto à ONU, solicitou ao Conselho que tome “medidas imediatas” a fim de “garantir a navegação segura e protegida, bem como os direitos e liberdades de navegação dentro e ao redor do Estreito de Ormuz”.

Uma versão revisada da proposta sobre o tema do Bahrein – obtida pela Associated Press – para proteger a navegação comercial dentro e ao redor da hidrovia removeu a autorização explícita para ação militar, embora mantenha a linguagem associada a ela. A votação sobre a nova versão está prevista para amanhã, segundo um diplomata da ONU que não estava autorizado a comentar sobre planos ainda não divulgados.

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O texto original havia sido incluído no Capítulo Sete da Carta da ONU, que permite ao Conselho autorizar ações que variam de sanções ao uso da força. Mas enfrentou oposição dos aliados permanentes do Irã no Conselho de Segurança, China e Rússia, ambos membros com poder de veto. Os EUA e os países do Golfo, incluindo os Emirados Árabes Unidos, vinham fazendo lobby em favor da proposta.

O diplomata disse que a linguagem atenuada ainda será difícil de aceitar para a China e a Rússia, mas espera-se que obtenha os votos necessários para ser aprovada pelo Conselho de 15 membros.

*Com informações da Associated Press.

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