
O movimento é apoiado pela Associação Nacional do Transporte Autônomos do Brasil (ANTB) e o ponto focal é o aumento do preço do diesel, que pressiona o custo da categoria.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, evitou comentar sobre eventuais ações do governo federal diante da possibilidade de greve dos caminhoneiros. “Trabalhar com hipóteses não seria adequado e nem prudente”, declarou, ao ser questionado sobre o tema nesta terça-feira, 17.
A possibilidade de paralisações de caminhoneiros em diversas regiões do País está sendo sinalizada por lideranças da categoria. O movimento é apoiado pela Associação Nacional do Transporte Autônomos do Brasil (ANTB), por exemplo. O ponto focal é o aumento do preço do diesel, que pressiona o custo da categoria.
O governo federal realizou há pouco coletiva de imprensa sobre ações de fiscalização nesse setor, alegando preços abusivos na bomba. Para o ministro da Justiça, a abusividade estaria ocorrendo com ausência de justa causa de aumento de preços. O argumento central aqui é que os custos de produção interna estariam estáveis. Nesse sentido, não caberia aumentos, de acordo com o governo.
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