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“Nada justifica, mas foi muita dor”: veja mensagens que suspeito de matar a ex enviou para filha da vítima.

“Nada justifica, mas foi muita dor”: veja mensagens que suspeito de matar a ex enviou para filha da vítima.

17/03/2026 às 15h54
Por: Redação Fonte: Agência Diario de Pernambuco
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“Nada justifica, mas foi muita dor”: veja mensagens que suspeito de matar a ex enviou para filha da vítima.

"Nada justifica, mas foi muita dor": veja mensagens que suspeito de matar a ex enviou para filha da vítima.

 

Em mensagens enviadas a filha da vítima, Antônio Carlos Nascimento dos Santos, de 46 anos, tenta explicar o que teria acontecido antes da morte da ex-companheira.

Mensagens trocadas entre o suspeito de matar Sandra Justino de Barros, de 37 anos, e a filha da vítima revelam momentos de tensão após o crime ocorrido no bairro do Janga, em Paulista, na Região Metropolitana do Recife. O principal suspeito é o ex-companheiro da vítima, Antônio Carlos Nascimento dos Santos, de 46 anos.

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Sandra foi encontrada morta no quintal da casa onde morava no incio da tarde de domingo (15). O suspeito foi preso na segunda-feira (16), em Caruaru, no Agreste de Pernambuco e autuado por feminicídio.

Após o crime, a filha da vítima, Débora Justino, de 21 anos, recebeu mensagens enviadas por Antônio Carlos nas quais ele tenta explicar o que teria acontecido antes da morte da mulher.

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Nas conversas, o suspeito afirma que teria descoberto uma suposta traição da ex-companheira.

“Filha, sei que nada justifica, mas peguei sua mãe chegando do motel com Flávio do Ingá. Isso já estava acontecendo há tempo e ela negava sempre.”

Débora reage imediatamente e cobra explicações sobre o que aconteceu.

“Explique o que aconteceu.”
“E o que você fez?”

O suspeito então afirma que estava no bar do Ingá e que a vítima também estava no local, mas não esclarece o que ocorreu em seguida.

Desconfiada, a filha acusa diretamente o ex-companheiro da mãe.

“Você matou minha mãe. Fale logo, por favor. Eu quero a verdade.”

Em outra mensagem, Antônio Carlos relata que teria esperado Sandra chegar em casa.

“Fui para casa dela esperar ela chegar. Quando chegou, o Uber desceu e os dois estavam se abraçando e se beijando. Eles quiseram tirar onda na minha cara. Filha, nada justifica, mas foi muita dor.”

Mesmo após as mensagens, ele não confirma diretamente o crime. Débora continua pressionando e pede que ele se entregue à polícia.

“Como assim? O que você fez? Fale logo. Você já fez o pior. Se entregue para a polícia.”

O suspeito responde apenas:

“Deixa eu te mostrar uma coisa.”

Sem obter uma resposta clara, Débora demonstra revolta e desespero.

“Você está enrolando muito. Eu quero saber o que você fez com ela. Tá achando pouco?”

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