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Trump prioriza diplomacia com Irã, mas vê “argumentos” para ataque, diz Casa Branca

Trump prioriza diplomacia com Irã, mas vê “argumentos” para ataque, diz Casa Branca

18/02/2026 às 18h12
Por: Redação Fonte: Estadão Conteúdo
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Trump prioriza diplomacia com Irã, mas vê “argumentos” para ataque, diz Casa Branca

Trump prioriza diplomacia com Irã, mas vê “argumentos” para ataque, diz Casa Branca.

 

Secretária de Imprensa diz que diplomacia segue prioridade de Trump com Teerã, mas reconhece pressão interna por ação mais dura.

A secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que o presidente dos EUA, Donald Trump, mantém a diplomacia como prioridade na condução das tratativas com o Irã, mas reconheceu que há pressão interna por uma ação mais dura. “Trump já deixou claro que diplomacia é sempre sua primeira opção”, disse. Ao mesmo tempo, ponderou que “há muitos argumentos a favor de um ataque contra o Irã”.

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Durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira, 18, Leavitt disse que houve apenas um “pequeno progresso” nas negociações da véspera entre Washington e Teerã.

Ela avaliou que “seria muito sensato se o Irã fizesse um acordo com Trump para evitar um ataque” e acrescentou esperar que os iranianos “entrem em contato nas próximas semanas conosco de novo com novos detalhes”.

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As declarações vêm após o governo iraniano apontar avanços em rodada indireta realizada em Genebra, com acerto parcial de princípios para um possível entendimento.

Sobre a guerra na Ucrânia, Leavitt informou que ocorreu nova rodada de negociações entre EUA, Rússia e Ucrânia e afirmou que “progressos significativos foram alcançados” nas discussões. Uma nova rodada será realizada, pontuou, mas ainda sem data definida.

A porta-voz ainda confirmou que Trump sediará nesta quinta-feira uma reunião do Conselho de Paz, no Instituto da Paz Donald J. Trump, renomeado pelo próprio republicano com seu nome. De acordo com ela, países-membros já prometeram mais de US$ 5 bilhões para esforços humanitários e de reconstrução em Gaza, além do envio de “milhares” de integrantes para uma força internacional de estabilização e para a polícia local.

Leavitt também comentou a situação de Cuba, afirmando acreditar que “seja do interesse de Cuba fazer mudanças em breve”, em meio ao aumento da pressão de Washington sobre Havana e à aproximação da ilha com Moscou. Ela não deu mais detalhes.

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