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Tarcísio defende anistia e diz não querer impunidade

Tarcísio defende anistia e diz não querer impunidade

21/09/2025 às 09h25
Por: Redação Fonte: Agência O Antagonista
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Tarcísio defende anistia e diz não querer impunidade

Tarcísio defende anistia e diz não querer impunidade.

 

“Tenho certeza que o Parlamento vai dar sabedoria para que a gente encontre o caminho da Justiça e da pacificação”.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), defendeu neste sábado, 20, a anistia para condenados pelo 8 de Janeiro como um “caminho da pacificação” da sociedade.

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O que a gente não quer é a impunidade, mas o que a gente precisa paz dialogada”, afirmou Tarcísio durante visita à cidade de Vera Cruz, no interior paulista.

“A gente reza para que o relator tenha a maior sabedoria do mundo para contemplar pessoas que estão hoje padecendo na cadeia e não sabiam nem exatamente o que estavam fazendo, para que elas possam ser liberadas o mais rápido o possível e para que o Brasil possa encontrar o caminho de paz. Então, eu tenho certeza que o Parlamento vai dar sabedoria para que a gente encontre o caminho da Justiça e da pacificação”, acrescentou.

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Tarcísio não mencionou diretamente o nome de Jair Bolsonaro. O ex-presidente cumpre prisão domiciliar preventiva na chamada ação penal do golpe, que também tem como réus militares e ex-integrantes de seu governo, entre eles o general Augusto Heleno, o ex-ministro da Defesa Walter Braga Netto e o ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem.

Anistia vira dosimetria

Após reunião realizada na noite de quinta-feira, 18, o relator do PL da Anistia, Paulinho da Força (Solidariedade) defendeu uma mudança completa de foco na proposta. O parlamentar declarou que o texto vai discutir uma mudança na dosimetria das penas, não uma extinção da punibilidade.

estratégia foi definida após reunião na casa do ex-presidente Michel Temer. O deputado federal Aécio Neves (PSDB) também participou. Durante a conversa, foram ouvidos também pelo menos dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF): Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes. Segundo Paulinho, até mesmo o Poder Executivo teria dado um aval para o texto.

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