
Comissão aprovou pedido de prisão preventiva de 21 investigados e busca ouvir operadores do esquema revelado pela PF.
A CPMI do INSS tenta localizar Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como operador de um esquema bilionário de fraudes em benefícios previdenciários.
Nesta quinta-feira (4), o presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), informou que a Polícia Legislativa do Senado foi autorizada a encontrá-lo e intimá-lo para depor.
Além de Antunes, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito também convocou o empresário Maurício Camisotti para prestar depoimento. Ambos estão entre os 21 nomes que tiveram prisão preventiva solicitada ao Supremo Tribunal Federal (STF) pela CPMI nesta semana. O pedido foi aprovado por unanimidade pelo colegiado e será analisado pelo ministro André Mendonça, relator do inquérito no Supremo.
A comissão investiga um esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões entre 2019 e 2024, revelado pela operação Sem Desconto, da Polícia Federal em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU). Segundo a PF, a fraude pode ter causado um rombo de R$ 6,3 bilhões aos cofres públicos.
Na próxima semana, estão previstos os depoimentos de Carlos Lupi (PDT), ex-ministro da Previdência e atual presidente nacional do partido, e de José Carlos Oliveira, ex-ministro do Trabalho e da Previdência. Ambos devem prestar esclarecimentos sobre a gestão e fiscalização do INSS durante o período investigado.
O relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), apresentou na segunda-feira (1º) um relatório parcial com os nomes dos suspeitos para prisão preventiva, incluindo também Alessandro Stefanutto, ex-presidente do INSS, e Virgílio Oliveira Filho, ex-procurador-geral do órgão.
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