
"As mentiras ajudaram o crime organizado, eu não tenho nenhuma dúvida disso, e falo com tranquilidade", disse Robinson Barreirinhas.
O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, disse nesta quarta-feira (3) que as “mentiras” veiculadas pela oposição sobre uma portaria do órgão no início do ano ajudaram o crime organizado, por limitar as informações que teriam de ser fornecidas por fintechs. Por isso, a Receita vai solicitar os dados sobre movimentações financeiras retroativamente dessas instituições, afirmou.
“As mentiras ajudaram o crime organizado, eu não tenho nenhuma dúvida disso, e falo com tranquilidade”, disse o secretário, em uma audiência da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados (CFT). “Se integrantes do crime organizado estavam aliviados de que ficariam fora, nós conseguimos agora, com o apoio do Legislativo e da população da opinião pública, republicar aquela instrução normativa e vamos pedir todas as informações desde janeiro.”
Na quinta-feira, 28, a Receita e a Polícia Federal deflagraram três grandes operações para desmantelar um esquema de fraudes e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, controlado pelo crime organizado. A investigação identificou que fintechs e fundos de investimento eram usados para ocultação e blindagem de patrimônio de organizações criminosas.
Depois das operações, a Receita relançou na última sexta-feira, 29, uma instrução normativa que obriga as fintechs a entregar a e-Financeira, um documento com movimentações financeiras de alto valor. O preenchimento havia sido tornado obrigatório no começo do ano, mas a portaria foi revogada por causa do impacto das fake news sobre a taxação do Pix.
Chuva forte Zonas norte, oeste e o centro de SP entram em estado de atenção para alagamentos
Concurso público CNU 2025: prazo para manifestar interesse em vaga começa hoje; veja como
Justiça Goleiro Bruno tem prisão decretada por sair do RJ sem autorização da Justiça
Caso Master Presidente da CPI do INSS diz que comissão não vazou conversas de Moraes
Identidade Nacional Nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) alcança 45 milhões de pessoas e amplia o acesso ao número de identificação único no Brasil
Mercado clandestino Mercado ilegal no Brasil bate recorde e gera prejuízo de quase R$ 500 bilhões em 2025 Mín. 20° Máx. 32°