
Inicialmente, a ideia era que a "bet da Caixa" começasse a operar ainda no primeiro semestre de 2026, antes da Copa do Mundo de futebol masculino.
A Caixa Econômica Federal desistiu de lançar sua casa de apostas própria este ano, segundo informações do Poder360. Se for lançada, a iniciativa não acontecerá antes de 2027.
Inicialmente, a ideia era que a “bet da Caixa” começasse a operar ainda no primeiro semestre de 2026, antes da Copa do Mundo.
A estatal já desembolsou R$ 30 milhões para financiar a outorga federal que permite o funcionamento da bet. Mesmo assim, desde o ano passado o anúncio já vinha sendo postergado
No momento, prevaleceu a vontade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de seus aliados, que são contra o lançamento da casa de apostas pela Caixa. Lula e seus apoiadores resistem à ideia especialmente porque buscam investir do combate ao endividamento dos brasileiros como marca do governo para fins eleitorais.
Em entrevista ao ICL Notícias, o presidente disse que, se depender deles, todas as casas de aposta seriam fechadas. “Se as bets causam o mal que a gente acha que causa, por que a gente não acaba com as bets? Ou regula para que não tenha tantas bets no Brasil e você possa ter algumas, se é que tem alguma serventia”, falou na semana passada.
Neste sentido, a bancada do PT na Câmara protocolou um PL que proíbe a exploração, a oferta, a promoção e a facilitação de apostas de quota fixa no Brasil.
A Caixa enviou uma nota ao site na qual afirma que não há contratos firmados para operacionalização da plataforma, mas que a empresa está sempre analisando oportunidades de atuação do mercado.
Confira:
“A CAIXA informa que analisa constantemente, de forma responsável e alinhada ao ambiente regulatório, as oportunidades de atuação no mercado de apostas de quota fixa. Até o momento, não foram firmados contratos para operacionalização da plataforma, tampouco há qualquer obrigação de pagamento de multas relacionadas ao tema. A CAIXA reforça que suas decisões estratégicas observam critérios técnicos, legais e de sustentabilidade, sempre em consonância com as diretrizes do Governo Federal.”
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