
Déficit é três vezes superior em relação ao mesmo período do ano passado.
Os Correios registraram prejuízo de R$ 4,37 bilhões no primeiro semestre deste ano, segundo O Globo. No mesmo período do ano passado, o déficit foi de R$ 1,35 bilhões.
A crise na estatal levou ao ex-presidente dos Correios, Fabiano Silva, entregar no último mês uma carta de renúncia ao Palácio do Planalto. No entanto, ele ainda permanece no cargo e aguarda uma solução.
No primeiro trimestre, a empresa tinha registrado prejuízo de R$ 1,72 bilhão, o que levou a direção da estatal a cogitar aporte de recursos junto ao governo federal.
Nos três primeiros meses, o prejuízo subiu para R$ 2,64 bilhões.
Em 2024, a estatal comandada por Silva registrou um prejuízo líquido de R$ 2,6 bilhões.
O valor é quatro vezes maior ao déficit de R$ 597 milhões registrado em 2023.
Entre as ações propostas estão a ampliação do plano de demissão voluntária (PDV), a redução da jornada de trabalho e uma reestruturação administrativa abrangente.
O rombo financeiro é amplamente atribuído à diminuição nas receitas provenientes de encomendas internacionais, um setor que sofreu consideravelmente devido à nova taxação sobre produtos importados e à crescente concorrência de empresas privadas, especialmente no que tange às mercadorias oriundas da China.
A receita caiu 0,89%, de R$ 21,67 bi para R$ 21,47 bi, devido à “taxa das blusinhas” sobre importações, reduzindo o volume de encomendas.
Já as as despesas operacionais aumentaram cerca de 8%, de R$ 22,3 bi para R$ 24 bi, impulsionadas por folha de pagamento, gastos judiciais e universalização do serviço.
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