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PF cita Lalau como precedente para policiais na casa de Bolsonaro; entenda

PF cita Lalau como precedente para policiais na casa de Bolsonaro; entenda

28/08/2025 às 15h28
Por: Redação Fonte: Agência CNN Noticias
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PF cita Lalau como precedente para policiais na casa de Bolsonaro; entenda

PF cita Lalau como precedente para policiais na casa de Bolsonaro; entenda.

 

Polícia Federal solicita que agentes permaneçam na residência de Bolsonaro, citando como precedente caso do juiz Nicolau dos Santos Neto, que cumpriu prisão domiciliar em 2004. A apuração é de Luísa Martins no Bastidores CNN.

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A Polícia Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal autorização para manter agentes no interior da residência de Jair Bolsonaro, em Brasília, com monitoramento 24 horas. Para fundamentar o pedido, a PF citou como precedente o caso do juiz Nicolau dos Santos Neto, conhecido como Lalau, ocorrido há 21 anos. A apuração é de Luísa Martins no Bastidores CNN.

Andrei Rodrigues, da Polícia Federal, justificou a solicitação como medida para minimizar riscos de burla à tornozeleira eletrônica e possível fuga, especialmente considerando a proximidade do julgamento da ação penal sobre tentativa de golpe.

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O caso citado como precedente, de 2004, referia-se à prisão domiciliar de Lalau, que havia sido condenado por crimes como peculato, estelionato e corrupção passiva.

No caso de Lalau, a prisão domiciliar com custódia da PF foi concedida por questões de saúde comprovadas. Já na situação atual, a justificativa da PF não está relacionada à saúde de Bolsonaro, mas sim à necessidade de evitar transtornos aos moradores do condomínio no Jardim Botânico, em Brasília.

A Polícia Federal argumenta que o policiamento do entorno e o controle de entrada e saída de veículos no condomínio causariam inconvenientes aos moradores. Por isso, sugere como alternativa a presença de agentes dentro da residência.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) deve se manifestar sobre o pedido antes da decisão final do ministro Alexandre de Moraes. Segundo fontes próximas a Paulo Gonet, da PGR, a medida é considerada extrema e desnecessária no momento atual, especialmente devido à proximidade do julgamento e ao cenário político-econômico do país.

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