
Segundo a PGR, as mensagens e publicações analisadas pela Polícia Federal revelam “significativos elementos” da participação de Malafaia em campanha para interferir no andamento da ação penal da trama golpista.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou que o pastor Silas Malafaia exerceu papel de “orientador e auxiliar” das ações de Jair Bolsonaro e do deputado Eduardo Bolsonaro para tentar coagir ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e obstruir investigações sobre os atos golpistas de 8 de janeiro. A manifestação foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes e embasou a decisão que impôs medidas cautelares contra o líder religioso.
“A representação está encorpada com significativos elementos, materializados em diversos diálogos e publicações, sugestivos da atuação ilícita do requerido SILAS LIMA MALAFAIA, que aparece como orientador e auxiliar das ações de coação e obstrução promovidas pelos investigados Eduardo Nantes Bolsonaro e Jair Messias Bolsonaro”,diz a manifestação assinada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Segundo a PGR, as mensagens e publicações analisadas pela Polícia Federal revelam “significativos elementos” da participação de Malafaia em uma campanha coordenada, com o objetivo de interferir no andamento da ação penal da trama golpista, em que o ex-presidente é réu.
O órgão destacou que o pastor chegou a orientar Bolsonaro a condicionar a suspensão de sanções tarifárias impostas pelos Estados Unidos a uma “anistia ampla e total” para investigados por tentativa de golpe.
“Silas Malafaia aparece como orientador e auxiliar das ações de coação e obstrução promovidas pelos investigados Eduardo Nantes Bolsonaro e Jair Messias Bolsonaro. Impõe-se concluir que estão associados no propósito comum (…) de interferir ilicitamente no curso e no desenlace da Ação Penal n. 2668”, escreveu a PGR.
Na mesma manifestação, a Procuradoria defendeu medidas como busca e apreensão de documentos e aparelhos eletrônicos, além do acesso a dados bancários, fiscais e telemáticos de Malafaia, alegando que a gravidade das condutas supera o direito à privacidade. Moraes acolheu os argumentos e determinou que o pastor entregue seu passaporte e não mantenha contato com os demais investigados
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