
Seis policiais militares da Paraíba foram presos na manhã desta segunda-feira (18) durante a Operação Arcus Pontis. A ação do Ministério Público da Paraíba, por meio do Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial (Ncap), com o apoio Núcleo de Gestão do Conhecimento – NGC, e das polícias Militar e Civil, investiga uma chacina ocorrida no início do ano.
O caso aconteceu no dia 15 de fevereiro, na Ponte do Arco, na cidade de Conde, na região metropolitana de João Pessoa, resultou na morte de cinco pessoas e teria tido participação dos policiais militares. Além dos seis mandados de prisão temporária, foram cumpridos também seis mandados de busca e apreensão.
Suposta atuação com Hytalo Santos
Após a operação do MP-BA, que mobilizou mais de 70 agentes, circularam informações na imprensa local de que os PMs presos atuavam como segurança do influenciador Hytalo Santos, preso na última sexta-feira por exploração de menores e suspeita de tráfico humano.
Os militares atuavam no 5º Batalhão da PM de João Pessoa, na Zona Sul, e faziam os chamados "bicos" de segurança particular para o influenciador. No entanto, as prisões não teriam nenhuma relação com o caso de Hytalo.
A reportagem do BNews não conseguiu contato com o MP-PB e Polícia Civil da Paraíba para confirmar a atuação dos PMs como seguranças do influenciador. O espaço segue aberto.
Ex-funcionários expõem bastidores chocantes da mansão de Hytalo Santos
O influenciador Hytalo Santos, preso na última semana junto com o marido, Israel Nata Vicente, na Penitenciária de Carapicuíba (SP), está no centro de uma série de denúncias graves. Conhecido nas redes sociais pelos vídeos da “Turma do Hytalo”, ele é acusado de exploração e exposição de menores de idade.
Neste domingo (17), o Fantástico, da TV Globo, exibiu entrevistas com ex-funcionários do casal, que revelaram detalhes do dia a dia dentro da mansão. Os relatos descrevem um ambiente precário e degradante, muito diferente da imagem mostrada ao público nas redes sociais.
Uma das denúncias mais graves aponta que uma adolescente engravidou e posteriormente perdeu o bebê enquanto morava na casa. Além disso, segundo os ex-funcionários, os jovens eram privados de necessidades básicas.
“Os adolescentes só se alimentavam quando ele queria. Passavam a noite em claro, bebiam nas festas e, na hora de ir pra escola, só filmavam eles saindo. Depois das câmeras desligadas, eles não iam”, contou um deles.
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