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Com crise de soluços, defesa pede que Bolsonaro deixe prisão domiciliar para exames

Com crise de soluços, defesa pede que Bolsonaro deixe prisão domiciliar para exames

12/08/2025 às 16h47
Por: Redação Fonte: infomoney
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Com crise de soluços, defesa pede que Bolsonaro deixe prisão domiciliar para exames

Com crise de soluços, defesa pede que Bolsonaro deixe prisão domiciliar para exames.

 

Advogados alegam necessidade de reavaliar sintomas de refluxo e soluços refratários; Moraes decidirá sobre saída temporária.

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para que ele deixe a prisão domiciliar no próximo sábado (16) para realizar exames médicos. O pedido foi protocolado nesta terça-feira (12) e será analisado pelo ministro Alexandre de Moraes, relator das investigações que apuram a participação do ex-presidente na trama golpista de 2022.

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Segundo os advogados, Bolsonaro precisa passar por uma bateria de procedimentos para reavaliar sintomas de refluxo e soluços refratários. O deslocamento até a clínica teria duração estimada de 6 a 8 horas, período necessário para coleta de sangue e urina, endoscopia e tomografia, conforme recomendação da equipe médica que acompanha o ex-presidente.

“A solicitação decorre do seguimento de tratamento medicamentoso em curso, da necessidade de reavaliação dos sintomas (…) bem como da verificação das condições atuais de saúde do peticionante”, afirmaram os advogados na petição.

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Prisão domiciliar

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde que Moraes entendeu que ele descumpriu restrições impostas pelo STF. A Corte havia proibido o ex-presidente de manter contato, direto ou indireto, com outros investigados nos inquéritos sobre a tentativa de golpe de Estado.

O ministro afirmou que Bolsonaro utilizou redes sociais de aliados, incluindo seus três filhos parlamentares, para divulgar mensagens com “claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal” e apoio à “intervenção estrangeira no Poder Judiciário brasileiro”. Para Moraes, a conduta representou burlar de forma deliberada as restrições impostas.

 
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