
Entre os integrantes da lista, estão ditadores, traficantes e participantes de organizações terroristas.
Sancionada em 2012, no governo do então presidente Barack Obama, a Lei Magnitsky teve sua abrangência ampliada em 2016, quando passou a ser aplicada também a casos de corrupção e violações graves de direitos humanos.
O dispositivo legal norte-americano prevê punições unilaterais em casos de assassinatos, tráfico humano, contrabando, lavagem de dinheiro, violências contra minorias étnicas, entre outros crimes praticados por pessoas físicas e jurídicas estrangeiras. Além da proibição automática de entrar nos EUA, as sanções incluem restrições econômicas no país, normalmente ligadas ao bloqueio de bens e utilização de serviços financeiros.
Em 30 de julho, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) tornou-se a primeira autoridade de um país democrático enquadrada na referida lei. Até então, a lista basicamente contemplava ditadores, traficantes e participantes de organizações terroristas.
Desde 2017, foram mais de 650 os alvos sujeitos a sanções da lei, segundo dados do governo norte-americano. Na mira do dispositivo, estão principalmente pessoas e organizações de regimes considerados autoritários pelos Estados Unidos.
Na lista de Cidadãos Especialmente Designados (sigla SND, em inglês) constam famosos oponentes do governo norte-americano, como os líderes Vladimir Putin (Rússia), Nicolás Maduro (Venezuela) e Kim Jon-un (Coreia do Norte).
Entre os nomes, estão também:
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