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Assessor parlamentar é preso com R$ 700 mil desviados no ataque hacker ao PIX

Assessor parlamentar é preso com R$ 700 mil desviados no ataque hacker ao PIX

24/07/2025 às 08h46
Por: Redação Fonte: agência Bnews
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Assessor parlamentar é preso com R$ 700 mil desviados no ataque hacker ao PIX

Assessor parlamentar é preso com R$ 700 mil desviados no ataque hacker ao PIX.

 

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A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) apreenderam, na última terça-feira (22), R$ 700 mil em dinheiro vivo em Boa Vista, capital de Roraima. Os valores foram encontrados com um homem preso em flagrante, cuja conta bancária teria recebido grandes valores considerados irregulares .

Segundo informações do g1,  o montante está relacionado ao ataque hacker que desviou milhões das contas de instituições financeiras - o ataque é considerado um dos maiores e mais graves do país.

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Identificado como Jackson Renei Aquino de Souza , ele atua como assessor parlamentar do deputado estadual Neto Loureiro (PMB).

 Divulgação/Ale-RR
Divulgação/Ale-RR

 

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Em nota, o deputado disse que Jackson está de férias e que "não compactua com qualquer tipo de ato ilegal.

" A Assembleia Legislativa de Roraima informou que "estão sendo adotadas as providências administrativas cabíveis para o seu desligamento, que será formalizado ainda hoje"

A Polícia Federal (PF) identificou Jackson como suspeito após um alerta da Coordenação de Repressão a Fraudes Bancárias Eletrônicas. 

O órgão informou que ele havia marcado um saque de R$ 1 milhão para a segunda-feira. Durante as investigações, os agentes descobriram que a conta poupança de Jackson recebeu R$ 2,4 milhões, valor associado a um desvio proveniente de um ataque cibernético.

O rastreamento do Banco Central, compartilhado com a PF, revelou que os depósitos na conta de Jackson vieram de duas empresas ligadas a um furto milionário contra instituições financeiras. Uma das empresas transferiu R$ 1,85 milhão, enquanto a outra enviou R$ 600 mil.

Em seu depoimento à PF, o assessor negou conhecer as empresas que fizeram as transferências. 

Ele afirmou que o dinheiro era proveniente de um garimpeiro venezuelano, com quem, na condição de corretor, negociava a compra de uma fazenda em Roraima.

Segundo Jackson, a transação foi intermediada por outra pessoa, e ele usou sua própria conta bancária para receber os valores porque havia promessa de lucro na operação.

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