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Procuradoria da Fazenda defende continuidade de cobranças contra Lulinha, diz jornal

Procuradoria da Fazenda defende continuidade de cobranças contra Lulinha, diz jornal

20/07/2025 às 12h39
Por: Redação Fonte: infomoney
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Procuradoria da Fazenda defende continuidade de cobranças contra Lulinha, diz jornal

Procuradoria da Fazenda defende continuidade de cobranças contra Lulinha, diz jornal.

 

Filho do presidente Lula enfrenta processos administrativos por suposta sonegação; defesa contesta acusações.

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) manifestou-se a favor da manutenção das cobranças fiscais contra Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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As autuações, baseadas em investigações da operação Lava Jato, envolvem débitos que ultrapassam R$ 10 milhões e estão sendo discutidas na esfera administrativa.

Lulinha foi alvo de apurações por supostamente ter recebido cerca de R$ 132 milhões da empresa de telefonia Oi, por meio da Gamecorp, entre 2004 e 2016, período em que o Partido dos Trabalhadores estava no governo federal. A Receita Federal suspeita que esses pagamentos tenham garantido vantagens ao grupo econômico junto ao governo.

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A defesa do filho do presidente afirma que as cobranças são infundadas e que ele foi alvo de perseguição política.

Embora as ações penais tenham sido suspensas após decisões do Supremo Tribunal Federal que consideraram inadequada a jurisdição da Justiça Federal de Curitiba e declararam suspeição do ex-juiz Sérgio Moro, os processos administrativos continuam em andamento. A PGFN argumenta que as provas coletadas permanecem válidas para embasar as autuações fiscais.

Além disso, a Receita Federal solicitou o arrolamento de bens de Lulinha, procedimento que visa identificar patrimônio para eventual execução, mas que não implica bloqueio imediato.

A defesa classificou as manifestações da PGFN como genéricas e afirmou que os argumentos de nulidade não foram devidamente enfrentados.

O caso ainda aguarda julgamento definitivo na Justiça Federal.

A Procuradoria ressalta que atua de forma independente, garantindo o direito à ampla defesa e ao contraditório, conforme previsto na legislação.

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