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A condição de Zambelli para fazer acareação com hacker

A condição de Zambelli para fazer acareação com hacker

05/07/2025 às 12h06
Por: Redação Fonte: Agência O Antagonista
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A condição de Zambelli para fazer acareação com hacker

A condição de Zambelli para fazer acareação com hacker.

 

Foragida na Itália, a deputada foi condenada a 10 anos de prisão, perda do mandato e ao pagamento de multa no caso do CNJ.

Ao protocolar sua defesa escrita no processo de cassação ao qual responde na Câmara e solicitar uma acareação com Walter Delgatti Neto, a deputada licenciada Carla Zambelli (PL-SP) impôs uma condição para confrontar sua versão dos fatos com o hacker: que seja por videoconferência.

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Segundo o Uol, a parlamentar só irá participar se não for obrigada a ir presencialmente à Câmara participar da acareação.

Ela está foragida na Itália.

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Fábio Pagnozzi, advogado de Zambelli, pede um tratamento diferenciado à cliente, alegando que o uso da tecnologia é cada vez mais comum na Justiça.

Zambelli está foragida

Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão, perda do mandato e ao pagamento de multa pela Primeira Turma do STF no caso do CNJ.

“Obviamente todo mundo tem medo ou não quer ser preso. A deputada é uma pessoa forte, combativa, ela só quer ter o direito à ampla defesa. Se ela tiver que cumprir pena lá na frente, se for na Itália ou no Brasil, ela vai cumprir essa pena, ela não está fugindo da penalidade, está fugindo da injustiça”, falou Pagnozzi na quarta, 2, ao protocolar a defesa escrita da deputada.

Pagnozzi ainda comentou sobre o processo de extradição. “É um processo que foi muito especulado pelo embaixador brasileiro na Itália, onde dizia que a polícia italiana já estava a procura da deputada, há duas semanas. Até o momento, o Ministério da Justiça italiano não tem esse documento oficializado para a prisão da deputada, porque lá ela precisa também passar por um processo judicial”, pontuou o profissional.

“Então, a prisão da deputada na Itália é uma prisão administrativa, onde se ela fosse presa lá, ficaria custodiada para fins de extradição, e não por ter cometido um crime em território italiano. Essa questão é uma questão ainda que vai demorar. Diferente do que o embaixador disse, que a polícia já tinha o paradeiro dela e que a polícia estava prestes a pegar, está muito longe da verdade”, acrescentou.

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