
Um robô humanoide trabalhando em uma loja alemã deixou de parecer cena de futuro distante e virou parte da rotina dos clientes. Chamado de Schotti, ele circula pelo espaço, responde perguntas, ajuda a localizar produtos e mostra como a tecnologia começa a transformar o atendimento presencial.
O robô Schotti chama atenção porque mistura curiosidade, utilidade e um certo encantamento. Em vez de ficar parado como uma máquina de consulta, ele interage com as pessoas, conversa e acompanha consumidores até o corredor certo.
Essa presença muda a experiência dentro da loja. Muitos clientes se aproximam primeiro por curiosidade, mas acabam testando o atendimento e percebendo que o robô humanoide pode resolver dúvidas simples sem precisar procurar um funcionário humano imediatamente.
O sistema foi desenvolvido pela empresa Labland.ai, liderada por Florian Weichselbaumer, e está sendo experimentado desde abril. A proposta é levar inteligência artificial para o atendimento físico de uma forma mais próxima, visual e interativa.
Essa fase de testes ajuda a entender como os clientes reagem diante de um assistente robótico no ambiente real de compra. Também permite ajustar respostas, movimentos e formas de interação para que Schotti seja percebido como uma ajuda prática, não apenas como uma atração tecnológica.
O atendimento do robô humanoide é pensado para tarefas práticas do dia a dia. Ele pode indicar onde está determinado produto, responder perguntas básicas e orientar o cliente em meio aos corredores, especialmente em uma loja grande, onde encontrar um item específico pode levar tempo.
Na prática, Schotti funciona como uma espécie de assistente móvel. Ele não substitui toda a equipe, mas ajuda a reduzir pequenas demandas repetitivas, como explicar a localização de materiais, indicar setores e facilitar a circulação dos consumidores pelo ambiente.
A chegada de um robô humanoide ao atendimento mostra que o varejo está buscando novas formas de unir conveniência, automação e experiência do cliente. A tecnologia deixa de atuar apenas nos bastidores e passa a ocupar um lugar visível no contato direto com o público.
Algumas mudanças ficam mais claras quando esse tipo de recurso entra em uma loja física:
A pergunta surge quase automaticamente quando um robô começa a atender clientes. No entanto, a substituição completa ainda parece distante em muitas situações, porque o atendimento humano envolve improviso, empatia, negociação e leitura emocional.
Robôs como Schotti são mais eficientes em tarefas previsíveis. Eles ajudam quando a pergunta tem resposta objetiva, mas ainda dependem de sistemas bem treinados, dados atualizados e integração com a rotina da loja para funcionar sem frustrar o consumidor.
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