
Estratégia envolve vigilância com reuniões diárias, suporte diagnóstico, controle vetorial com bombas costais e fumacê, além de integração entre Estado, municípios e órgãos federais
O Governo de Mato Grosso do Sul intensifica, por intermédio da SES (Secretaria de Estado de Saúde) o enfrentamento às Arboviroses, com chikungunya, dengue e Zika, com ações integradas nas áreas de assistência, vigilância, diagnóstico, controle vetorial e articulação institucional. Diante do aumento de casos de chikungunya, com destaque para a região da Grande Dourados, o Estado amplia a resposta para garantir atendimento e conter a transmissão.
Dentre as ações em execução está o reforço da assistência com abertura de 15 leitos em Dourados; articulação junto ao Ministério da Saúde para a estratégia de vacinação contra a chikungunya, incluindo a preparação das equipes; a intensificação da vigilância com monitoramento diário; o fortalecimento do diagnóstico laboratorial; apoio aos municípios no controle vetorial, incluindo o envio de equipamentos; atuação prioritária em territórios indígenas e integração entre órgãos estaduais, federais e municipais.
Confira o detalhamento dessas medidas:

Segundo o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões Corrêa, a resposta do Estado está baseada na integração entre assistência e vigilância. “Estamos atuando de forma coordenada, com monitoramento diário, apoio aos municípios e ampliação da capacidade de atendimento. É uma resposta estruturada para reduzir a transmissão e garantir cuidado adequado à população”, afirmou.
Equipes de campo atuando em território indígena



Em Dourados, desde o início do aumento de casos de chikungunya, a atuação do Estado foi iniciada ainda nas primeiras respostas ao cenário, com a presença da secretária-adjunta da SES, Crhistinne Maymone, no município para alinhamento direto das estratégias com as equipes locais.
Na sequência, o Governo do Estado enviou equipes técnicas para reforçar o trabalho em campo, apoiando as ações de vigilância e controle vetorial. Esse trabalho inclui o acompanhamento dos agentes de saúde e de combate às endemias nas atividades de busca ativa por focos do mosquito, identificação de criadouros e orientação à população, além da intensificação das medidas de bloqueio.
Paralelamente, foram adotadas ações estruturadas de assistência, com abertura de leitos e oferta de medicamentos, suporte diagnóstico pelo Lacen, monitoramento diário por meio da Sala de Situação — com evolução para o COE — e envio de equipamentos como bombas costais e UBV pesado (fumacê).
Nos territórios indígenas, as equipes atuam de forma contínua, com instalação de EDLs, capacitação de AISAN e ACE e articulação entre SES, SESAI, CGARB, DSEI e SMS, garantindo uma resposta integrada e adaptada às especificidades locais.
Danúbia Burema, Comunicação SES
Fotos: Divulgação
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