
A Paraíba foi o estado que mais avançou na realização de transplantes cardíacos nos últimos quatro anos, com o Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires liderando as intervenções. O estado chegou a zerar a fila para o procedimento em 2025. Os dados foram destacados pelo superintendente da Fundação Paraibana de Gestão em Saúde (PB Saúde), Cícero Ludgero, durante o II Congresso Nordeste de Transplantes, realizado em João Pessoa.
O gestor ressaltou a evolução dos transplantes no estado, com marcos como o primeiro transplante cardíaco 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS), realizado em 2022 e que esse ano completou quatro anos, além do primeiro transplante cardíaco pediátrico realizado no estado, em 2025.
“Não somos os maiores, mas somos os que mais crescemos nos últimos quatro anos. Em 2025, conseguimos zerar a fila de transplante cardíaco, mesmo sabendo que é uma fila dinâmica”, afirmou.
O avanço, segundo ressaltou, é resultado da estruturação da rede estadual de saúde e do fortalecimento do sistema integrado de atendimento cardiovascular, que inclui quatro serviços de hemodinâmica distribuídos pelo estado, 61 ambulâncias e duas aeronaves para suporte ao atendimento.
O superintendente também destacou o impacto social da política de transplantes ao citar o caso de uma criança do município de Santana dos Garrotes, que passou pelo procedimento no Hospital Metropolitano. “Em 2025, tivemos a honra de realizar o primeiro transplante cardíaco pediátrico da Paraíba. Hoje, no Nordeste, apenas Ceará e Paraíba estão habilitados para esse tipo de procedimento. É um avanço que muito nos orgulha, mas que também renova nossa responsabilidade de continuarmos avançando na oferta de um serviço que atenda as necessidades da nossa população. Esse é o SUS da Paraíba. Um sistema que garante assistência desde o pré até o pós-operatório, com estrutura e equipes qualificadas para salvar vidas”, pontuou.
Congresso – O II Congresso Nordeste de Transplantes reuniu cerca de 2 mil profissionais de saúde no Centro de Convenções de João Pessoa, com programação voltada à qualificação das equipes e à ampliação do acesso aos transplantes na região. O evento ocorreu entre a quarta-feira (25) e o sábado (28).
A Fundação Paraibana de Gestão em Saúde (PB Saúde) e o Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires (HMDJMP) apresentaram oito trabalhos científicos. Além da produção científica, a PB Saúde participou do congresso com um estande institucional voltado à divulgação das ações desenvolvidas pela fundação e à integração com profissionais da área.










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