
Na ultima segunda-feira (23), o curso de Serviço Social da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) participou de um trote solidário de Páscoa, com a entrega de materiais de higiene coletados por meio de doações para a Casa de Custódia Hildebrando de Souza. O grupo foi recebido pelo diretor da Unidade Prisional, Acir Portela de Almeida Junior, e pôde conhecer a estrutura da Casa de Custódia, em visita acompanhada por uma das agentes responsável pelo trabalho junto das mulheres presas na instituição. O diretor destacou a importância da colaboração da comunidade acadêmica e deixou o caminho aberto para novas ações em parceria com a instituição.
A coordenadora do curso, professora Silmara Silva, destacou a importância da ação voltada para as mulheres privadas de liberdade. “Dentre o público privado de liberdade, as mulheres são as mais vulneráveis. Contribuir com as mulheres, em espírito de solidariedade, e sensibilizar os estudantes acerca do contexto da execução penal foi um dos objetivos do trote”, relatou. A aluna de Serviço Social, Thauany Gonçalves Ribeiro de Melo, que participou da visita, comentou sobre o exercício de empatia através do trote. “A experiência reforça a importância de se pensar o sistema prisional não apenas como um espaço de punição, mas também como um ambiente de recomeço, onde direitos básicos, dignidade e oportunidades de transformação sejam efetivamente assegurados. Por isso, iniciativas como o trote solidário tornam-se fundamentais, pois contribuem diretamente para suprir necessidades básicas que não são plenamente atendidas pelo sistema”, comentou a aluna.
A população privada de liberdade da Casa de Custódia é parte do público-alvo do projeto de extensão Núcleo de Atendimento às Pessoas em Monitoração Eletrônica e a Vara de Execução Penal de Ponta Grossa, coordenado pelo professor de Direito da UEPG Rauli Gross Junior. Integrante do projeto, a professora Silmara Carneiro e Silva, explica qual a importância dessas visitas e ações para os acadêmicos. “A atuação com diferentes grupos vulneráveis é inerente à profissão do Serviço Social. E o olhar sensível às diferentes situações de vida que atravessam a trajetória das pessoas encarceradas é condição para uma atuação ética e tecnicamente responsável para a realização de um trabalho compromissado com a cidadania e os direitos humanos da referida população,” concluiu a docente.
Texto: Gabriel Ribeiro | Fotos: divulgação (Polícia Penal)
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