
Defesa da ex-deputada tentou questionar o julgamento do Supremo Tribunal Federal e alegar que prisão no Brasil teria tratamento desumano.
A Justiça da Itália autorizou a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli, nesta quinta-feira (26), e destacou que a decisão do Supremo Tribunal Federal brasileiro em condená-la e pedir seu retorno para cumprir pena no Brasil não teve motivação política.
Na sentença, os ministros da Corte refutaram a alegação da defesa de que Zambelli teria sido alvo de um julgamento parcial ao ser condenada pelo STF em maio de 2025 a uma pena de 10 anos de reclusão, além de multa pela invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça.
Os integrantes da Corte afirmaram que, diferente do alegado pela defesa da ex-deputada, os crimes imputados a ela são delitos comuns e que o julgamento brasileiro foi conduzido seguindo normas constitucionais seguindo todos os ritos exigidos.
Além do fator político, os advogados de Zambelli tentaram questionar a validade do foro do STF, tratamento desumano na penitenciária do Distrito Federal e ausência de provas técnicas.
Com o aval das autoridades italianas, a expectativa é de que o retorno ocorra nas próximas semanas. Ao chegar ao país, Zambelli deve ser encaminhada à Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia, onde poderá cumprir as determinações judiciais em vigor.
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