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Café com pipoca: 3corações compra operações da General Mills, incluindo Kitano e Yoki

Café com pipoca: 3corações compra operações da General Mills, incluindo Kitano e Yoki

17/03/2026 às 11h29
Por: Redação Fonte: Agência Isto é Dinheiro
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Café com pipoca: 3corações compra operações da General Mills, incluindo Kitano e Yoki

Café com pipoca: 3corações compra operações da General Mills, incluindo Kitano e Yoki.

 

Com aval de órgãos reguladores, 3corações assume fábricas em MG e MT para entrar nos segmentos de pipocas, farofas e temperos; General Mills focará em ativos globais.

O Grupo 3corações acertou a compra das operações da General Mills no Brasil, em um movimento que amplia sua presença no setor de alimentos. A compra foi feita por R$ 800 milhões e inclui marcas conhecidas do mercado nacional.

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Entram no pacote as marcas Yoki e Kitano, além de estruturas de abastecimento localizadas em Pouso Alegre (MG) e Campo Novo do Parecis (MT).

A conclusão ainda depende de aval de órgãos reguladores e de outras etapas previstas nesse tipo de operação.

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Com a transação, a 3corações passa a incorporar novas categorias ao portfólio, que hoje tem foco maior em café. A entrada de itens como farofas, pipocas, batata palha e temperos amplia a oferta de produtos e permite à companhia atuar em diferentes momentos de consumo ao longo do dia.

A operação também faz parte de um plano de expansão por meio da inclusão de novas linhas de produtos. A empresa informou que pretende manter as marcas adquiridas e trabalhar na integração das operações após o fechamento do negócio.

“Este é um passo fundamental em nosso propósito de estar cada vez mais próximos da família brasileira, fazendo-nos presentes em diferentes ocasiões de consumo”, afirma Pedro Lima, presidente do Grupo 3corações.

General Mills foca no mercado global e prevê conclusão da venda para a 3corações até o fim de 2026

Em comunicado, a General Mills afirmou que a venda está alinhada à reorganização de seus ativos, com foco em mercados e categorias considerados prioritários fora do Brasil. Segundo a empresa, a unidade brasileira respondeu por cerca de US$ 350 milhões em receita líquida no ano fiscal de 2025.

A multinacional indicou ainda que a transação deve contribuir para ajustes em indicadores operacionais e direcionar esforços para plataformas globais. A expectativa é de que o processo seja concluído até o fim de 2026, após as aprovações necessárias.

O negócio contou com assessoria financeira do Deutsche Bank e suporte jurídico do Miguel Neto Advogados.

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