
Sergipe é o primeiro lugar do Nordeste na categoria equilíbrio de gênero na remuneração pública estadual, e o segundo colocado no país no mesmo índice, segundo o Ranking de Competitividade dos Estados e dos Municípios, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O estado subiu 11 posições com relação ao dado do ano de 2023. O ranking é uma ferramenta do CLP, que tem por objetivo medir a capacidade dos entes federados em gerar bem-estar para a população.
A igualdade salarial tem sido uma das principais lutas do Governo do Estado. Em 2024, o governador Fábio Mitidieri assinou decreto que estabelece a paridade de gênero no quadro de cargos em comissão no âmbito do Poder Executivo Estadual, o que significa dizer que, no mínimo, 50% do total dos cargos da administração direta e indireta deverão ser ocupados por mulheres.
Esse protagonismo se reflete na composição governamental. A gestão possui, atualmente, dez mulheres à frente de pastas estratégicas, a exemplo da Assistência Social, Fazenda, Educação, Justiça e Cidadania, Administração, Meio Ambiente e de Políticas para as Mulheres, representando 40% de participação feminina no primeiro escalão da Administração Pública, posicionando Sergipe entre os cinco estados do Brasil com maiores percentuais de mulheres na liderança de Secretarias de Estado. Outro dado relevante é o Gabinete Militar do Governo ser gerido por uma mulher, a tenente-coronel Anne Bastos, nomeada pelo governador Fábio Mitidieri desde o início da gestão.
Com a saída de seis secretários de Estado no final do ano passado para se dedicarem aos seus projetos eleitorais em 2026, subiu de oito para dez o número de mulheres à frente do primeiro escalão da gestão estadual. Segundo o Censo 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais da metade da população sergipana é composta por mulheres, o que representa cerca de 1,15 milhão de pessoas (52,1%). As ações do Governo e o aumento da representação feminina em cargos decisivos da administração pública têm garantido que as mulheres se vejam representadas, ouvidas e atendidas pelo Estado.
Secretária de Estado da Assistência Social, Inclusão e Cidadania e primeira-dama do Estado, Érica Mitidieri destaca que o avanço das mulheres na gestão pública passa, sobretudo, pelo reconhecimento da sua capacidade de liderança e de gestão. “Quando as mulheres têm oportunidade, mostram competência, talento e uma enorme capacidade de liderar e transformar realidades. O papel do poder público é abrir caminhos e garantir que elas possam ocupar esses espaços com autonomia, participando das decisões e contribuindo com o desenvolvimento da sociedade”, afirma.
A secretária de Estado de Políticas para as Mulheres, Georlize Teles, acredita que a alta representatividade feminina no primeiro escalão do Governo do Estado gera repercussões positivas, inspirando o setor privado a confiar mais em cargos de decisão devido aos bons resultados alcançados. “As secretarias lideradas por mulheres têm entregas históricas, que influenciam empresários a valorizar a capacidade de liderança feminina”, defende.
Já a secretária de Estado da Educação, Gilvânia Guimarães, que assumiu a posição no lugar do ex-secretário, o vice-governador Zezinho Sobral, ressaltou que o cenário atual representa uma quebra de paradigmas históricos. “É uma visão inovadora do governador que, desde o início, dá destaque para a atuação das mulheres. Não é só representatividade, é reconhecer um lugar de mérito. Ao longo de mais de 60 anos, a Seed teve apenas quatro mulheres à frente da pasta. A maior parte das pessoas que fazem a educação no estado é mulher. Isso nos orgulha e nos motiva”, considera.



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