
O primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, anunciou nesta segunda-feira (2) a proibição das atividades militares e de segurança do Hezbollah, restringindo o grupo à atuação política.
A decisão foi divulgada horas após Israel lançar ataques aéreos no sul de Beirute em resposta a foguetes e drones disparados pelo movimento aliado ao Irã.
Em comunicado divulgado pela Al Jazeera, rede de televisão local, Salam declarou que todas as atividades do Hezbollah passam a ser consideradas ilegais e determinou que as forças de segurança impeçam qualquer ataque originado do território libanês fora das instituições oficiais.
“Anunciamos a proibição das atividades militares do Hezbollah e restringimos seu papel à esfera política”, afirmou à Al Jazeera.
O premiê também declarou rejeição a operações militares ou de segurança realizadas sem autorização estatal e reiterou compromisso com a cessação das hostilidades e com a retomada de negociações.
O Hezbollah afirmou na manhã de segunda-feira que o ataque lançado contra Israel foi uma retaliação pelo assassinato do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, dizendo agir “em defesa do Líbano e de seu povo” e em resposta a “repetidas agressões israelenses”.
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