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Integrantes de quadrilha que aplicava golpes em idosos são condenados em Serrita, Sertão de Pernambuco

Integrantes de quadrilha que aplicava golpes em idosos são condenados em Serrita, Sertão de Pernambuco

26/02/2026 às 11h00
Por: Redação Fonte: Agência Diario de Pernambuco
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Integrantes de quadrilha que aplicava golpes em idosos são condenados em Serrita, Sertão de Pernambuco

Integrantes de quadrilha que aplicava golpes em idosos são condenados em Serrita, Sertão de Pernambuco.

 

Segundo a denúncia do MPPE, os integrantes da quadrilha abordavam idosos oferecendo ajuda falsa no caixa eletrônico para, discretamente, trocar o cartão original por outro no Sertão de Pernambuco.

Seis integrantes de uma quadrilha que aplicava golpes em idosos no Sertão do estado foram julgados e condenados pela Vara da Comarca de Serrita, em ação penal movida pela Promotoria de Justiça, do Ministério Público de Pernambuco (MPPE).

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O grupo, que atuava em cidades como Serrita, Cedro e Parnamirim, utilizava uma estrutura organizada com divisão de tarefas para furtar cartões e realizar empréstimos fraudulentos em agências bancárias.

A atuação conjunta do MPPE com as polícias Civil e Militar converteu as investigações complexas e provas digitais em uma punição efetiva.

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Segundo a denúncia do MPPE, os criminosos abordavam vítimas vulneráveis oferecendo ajuda falsa no caixa eletrônico para, discretamente, trocar o cartão original por outro.

Com o cartão verdadeiro e a senha, realizavam saques e contratações de crédito indevidas; em um dos casos, o prejuízo de uma vítima idosa chegou a quase R$ 10 mil.

As penas aplicadas pela Justiça aos seis integrantes da organização criminosa, na referida ação penal, variam conforme a participação de cada membro, com a liderança do grupo recebendo uma condenação de mais de 8 anos de reclusão.

Além da prisão, foi determinada a reparação dos danos materiais à vítima.

“Essa vitória é fruto de um trabalho integrado de inteligência entre o MPPE e as polícias Civil e Militar, que uniram esforços para identificar o modus operandi e a hierarquia do grupo”, explica o promotor de Justiça Leon Klinsman Farias Ferreira.

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