
Dinheiro na conta de quem preserva e cuida do meio ambiente. O pagamento da segunda parcela do Programa Estadual de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), no valor total de R$ 190.348,10, foi feito neste mês de fevereiro, exceto para beneficiários que apresentaram pendências.
A etapa garante a continuidade da iniciativa que contempla 82 beneficiários selecionados nas categorias de Agroecologia e de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs).
“É uma alegria garantir mais um pagamento para os agricultores e proprietários de reservas participantes da primeira edição do PSA. Com essa iniciativa, o Governo de Alagoas tem se destacado nacionalmente ao remunerar quem protege e fortalece nossos ecossistemas”, destacou o diretor-presidente do IMA/AL, Gustavo Lopes.
Além da aplicação do recurso, os contemplados receberão, a partir de março, vistorias conduzidas pelos técnicos do órgão. Para a gerente de Mudanças Climáticas e Sustentabilidade do IMA/AL, Marianna Farias, a fase “é fundamental porque possibilita observar os primeiros resultados e frutos colhidos pelas atividades de manejo desenvolvidas e o recurso aplicado com toda transparência”, apontou.
Em um circuito de viagens, a equipe do IMA percorrerá 14 municípios distribuídos entre as regiões Sertão, Agreste, Zona da Mata e Litoral do estado para realizar as dezenas de visitas.
“Nessa etapa, relembramos todo plano de ação de cada participante, monitorando o que foi aplicado e os desafios, além de sanar todas as eventuais dúvidas e colocar à disposição toda assistência técnica e expertise do Instituto do Meio Ambiente”, explicou o consultor ambiental Ary Michel Medeiros.
Sobre
O Programa Estadual de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) é uma iniciativa do Governo do Estado de Alagoas, através do IMA/AL, em parceria com a Secretaria do Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Alagoas (Semarh). Remunera os agricultores e proprietários de reservas que preservam os biomas alagoanos.
Lançado em 2025, o primeiro edital recebeu o investimento de R$ 1,5 milhão, distribuídos para 75 beneficiados na categoria de Agroecologia e 7 na categoria de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), contemplando 23 municípios alagoanos, entre os biomas Caatinga e Mata Atlântica.
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