
A manhã desta segunda-feira, 23, transformou o galpão de música da Fundação Casa da Cultura de Marabá (FCCM) em um palco de sonhos e novos começos. A aula inaugural da Escola de Música Maestro Moisés Araújo deu o pontapé inicial ao ano letivo de 2026, reunindo desde crianças em fase de musicalização até adultos que buscam na arte uma nova profissão ou a realização de desejos antigos.
Com um leque que abrange prática de banda, bateria, canto coral, contrabaixo acústico, fanfarra, flauta, teclado, viola de arco, violão, sanfona, violino e violoncelo, a escola se consolida como um polo de diversidade. A presidente da FCCM, Thaís Cariello, destaca que a música em Marabá ultrapassa a barreira do lazer.


“A música é um meio de trabalho muito honroso e nós estamos aqui para preparar o cidadão para isso. Além de trazer alegria e concentração, ela permite que a pessoa viva com dignidade”, afirma a presidente. Ela revelou ainda planos ambiciosos. “Estamos com 33 extensões pela cidade e o objetivo é expandir o atendimento até para a zona rural, alcançando o maior número de pessoas com a qualidade dos nossos professores”.
Uma das grandes novidades anunciadas para 2026 é a descentralização das práticas coletivas. O professor de música Danilo Oliveira detalha que as aulas de prática de banda e orquestra serão levadas para o Cine Teatro Eduardo Abdelnor, no Centro Cultural.


“Nossa grande expectativa este ano é montar a primeira orquestra de Marabá. É um projeto de formação musical robusto, que vai além do social, unindo o trabalho da sede com as extensões em bairros como São Félix e Cidade Jardim”, explica o instrutor.
A ausência de limite de idade para a maioria dos cursos, exceto a musicalização infantil, reflete-se no perfil do público. Recém chegado de Belém com a família, o professor de Geologia da Unifesspa, Aderson Lima, é exemplo dessa pluralidade. Aos 47 anos, ele decidiu que “agora é a hora” de realizar o desejo de tocar um instrumento, matriculando toda a família no projeto.


A história se repete com a esposa dele, a artesã Ana Lima.


“Cantei na igreja dos 14 aos 20 anos e parei após o casamento. Agora, em Marabá, vi a oportunidade de me aprimorar no canto coral junto com meus filhos”, relatou. Para veteranos como a pequena Maria Emanuele Souza, que estuda na FCCM há um ano e já passou pelo teclado e coral, o novo desafio será o violino: “É muito bom aprender e se divertir aqui”.




Texto: Fabiana Alves
Fotos: Paulo Sérgio Santos
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