
O colegiado debate e vota temas como tomada de contas do presidente da República e programas de desenvolvimento nacional.
O deputado federal Alexandre Lindenmeyer (PT-RS) foi eleito, nesta quarta-feira, 11, presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) da Câmara dos Deputados. Foram 14 votos no nome do petista e dois em branco.
No último dia 28 de janeiro, o Colégio de Líderes da Câmara concordou com uma proposta do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), de manter em 2026 a mesma divisão entre os partidos dos comandos das comissões permanentes adotada no ano passado.
Por isso a federação PT-PCdoB-PV permanece no comando da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle. No ano passado, a aliança presidiu o colegiado com João Carlos Bacelar (PV-BA).
Lindenmeyer tem 62 anos e é deputado federal pelo Rio Grande do Sul desde 2023. Foi deputado estadual do RS de 2011 a 2013 e prefeito de Rio Grande (RS) de 2013 a 2020. Na cidade gaúcha ainda, foi vereador de 2009 a 2011.
É advogado e foi presidente do Sport Club Rio Grande em dois mandatos (2007-2008 e 2009-2010).
O novo presidente da CFFC disse que o colegiado vai trabalhar na fiscalização dos gastos públicos ao longo de 2026.
“O que nós faremos primeiro é reunir os deputados que estão vinculados a essa comissão, analisar todos os projetos, todas as discussões que ficaram pendentes ainda do ano passado e, a partir daí, estabeleceremos os regramentos, os procedimentos dentro da comissão, e também as prioridades, quais os temas que estarão sendo colocados”, pontuou, de acordo com a Agência Câmara.
O colegiado debate e vota temas como tomada de contas do presidente da República; acompanhamento e fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta; e planos e programas de desenvolvimento nacional ou regional.
Ainda nesta quarta, foram eleitos para primeiro vice-presidente da comissão o deputado Dimas Gadelha (PT-RJ) e, para terceiro vice-presidente, o deputado Marcos Tavares (PDT-RJ). Não foi feita a eleição para a segunda vice-presidência por falta de indicação formal de candidato até o início da votação.
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