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Operação ‘Haras do Crime’ contra roubo em dutos da Transpetro prende sete pessoas

Operação ‘Haras do Crime’ contra roubo em dutos da Transpetro prende sete pessoas

22/01/2026 às 14h43
Por: Redação Fonte: Estadão Conteúdo
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Operação ‘Haras do Crime’ contra roubo em dutos da Transpetro prende sete pessoas

Operação ‘Haras do Crime’ contra roubo em dutos da Transpetro prende sete pessoas.

 

A polícia afirma que há comprovação de intimidação de testemunhas, destruição de provas eletrônicas e ocultação de equipamentos que eram usados na prática ilegal.

Sete pessoas já foram presas na operação “Haras do Crime”, que o governo do Estado do Rio de Janeiro e a Polícia Civil realizam nesta quinta-feira (22) contra uma quadrilha especializada no furto de petróleo por meio da perfuração clandestina de oleodutos da Transpetro. A ação acontece simultaneamente nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina.

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“O objetivo da operação é cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão contra os investigados, além de interromper de forma imediata as atividades ilegais. As investigações apontam que a quadrilha atua com estrutura organizada, possuindo hierarquia operacional, articulação fora do estado e divisão clara de tarefas entre os integrantes”, informou o governo estadual.

De acordo com a Polícia Civil, a quadrilha atuava por meio de um ciclo criminoso integrado, que se iniciava com a perfuração do duto, realizada sob proteção armada. O petróleo extraído era transportado em caminhões-tanque, por rotas interestaduais, caracterizando o transporte clandestino. O produto era então comercializado com o uso de notas fiscais falsas, emitidas por empresas de fachada.

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A polícia afirma que há comprovação de intimidação de testemunhas, destruição de provas eletrônicas e ocultação de equipamentos que eram usados na prática ilegal.

As investigações apontam que o material foi extraído em uma fazenda localizada em Guapimirim, na Baixada Fluminense, onde passa um trecho do oleoduto. O local pertence a uma família de contraventores, o que, segundo os investigadores, evidencia a dificuldade de fiscalização na região.

Segundo a Polícia Civil, os investigados também respondem como réus em outros processos.

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