
Clube propõe contrato com variáveis e não vai extrapolar normas após Bola de Ouro.
Com as renovações de Fabián Ruiz e William Pacho já encaminhadas, o Paris Saint-Germain volta suas atenções para uma das extensões contratuais mais sensíveis do projeto de Luis Enrique: a de Ousmane Dembélé.
O clube parisiense abriu contatos iniciais com os representantes do jogador para torná-lo o principal nome do elenco, mas reconhece que as exigências salariais podem dificultar o avanço.
As tratativas ainda estão em estágio preliminar e, embora haja disposição mútua para um acordo, a expectativa interna é de um processo longo.
Rumores na França apontam para um pedido de aumento significativo — citado em torno de € 60 milhões — após a conquista da Bola de Ouro, valor que nenhuma das partes confirma. O PSG trabalha com a perspectiva de não anunciar nada antes do fim da temporada.
A estratégia do clube segue o modelo recente que se mostrou eficaz em outras renovações: salário base com variáveis atreladas a desempenho e número de jogos, evitando aumentos automáticos. A fórmula, porém, pode virar ponto de fricção.
Segundo o L'Équipe, o estafe de Dembélé já havia pleiteado uma valorização expressiva meses atrás, demanda que não teve aval nem do diretor esportivo Luis Campos, nem da cúpula do clube.
O presidente Nasser Al-Khelaifi foi direto ao comentar o tema ao Canal+. — Temos um teto salarial, como todos sabem — afirmou, indicando que o PSG não fará concessões fora do planejado.
Al-Khelaifi elogiou o atacante, chamando-o de “lenda do clube”, mas reforçou que “o time e a instituição vêm em primeiro lugar”, sinalizando que ninguém estará acima da política financeira do projeto.
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