
Pré-candidato à Presidência da República pelo PL divergiu da última pesquisa, que aponta vantagem de 13 pontos percentuais para Lula na disputa.
O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), minimizou o resultado da última rodada de pesquisas da Genial/Quaest, divulgado na quarta-feira (14). Segundo o levantamento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera a disputa e venceria um eventual 2º turno contra o candidato do Partido Liberal.
“O resultado de hoje ainda não reflete bem a realidade. Não é o que nossas pesquisas já estão mostrando”, destaca. “Não existe aquela distância entre eu e Lula”, concluiu Flávio em conversa com jornalistas após visitar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.
No levantamento divulgado na quarta-feira passada, Flávio figura com 23% das intenções de voto ante 36% de Lula no 1º turno, uma distância de 13 pontos percentuais. Em um eventual segundo turno, Lula venceria a disputa e conquistaria a reeleição com 45% dos votos, contra 38% do postulante do PL.
Durante a breve entrevista, Flávio também reforçou a escolha de Jair Bolsonaro em colocá-lo na disputa pela presidência. “Tem uma situação concreta que está colocada, sou o pré-candidato indicado pelo presidente Bolsonaro. E não vai ter outra possibilidade. A minha pré-candidatura é uma coisa que não tem volta”, afirmou.
A declaração ocorre após a mesma pesquisa revelar que 44% dos eleitores ainda acreditam que Bolsonaro errou a escolher o filho para disputar o maior cargo do país.
Embora negativo, o resultado indica recuo na rejeição ao nome de Flávio para a disputa presidencial de outubro. Na pesquisa anterior, divulgada em dezembro, 54% dos entrevistados discordavam da decisão, enquanto 36% apoiavam a escolha feita por Jair Bolsonaro.
Ainda nas perguntas, o senador também tentou afastar a impressão de que há um racha interno no clã Bolsonaro, protagonizado por ele e Michelle Bolsonaro. Nesta semana, a ex-primeira-dama curtiu uma publicação da esposa de Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmando que o Brasil precisa de um “novo CEO”.
“Não, eu não falei com ela [Michelle] nos últimos dias. Depois que saiu essa coisa [pesquisa], ela curtiu um o comentário da primeira-dama de São Paulo. Eu não conversei com ela ainda, mas a gente vai tentar, da minha parte mais uma vez, buscar a unidade”, concluiu.
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