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Ala baiana do governo pressiona por chefe do jurídico da Petrobras na Justiça

Ala baiana do governo pressiona por chefe do jurídico da Petrobras na Justiça

12/01/2026 às 11h08 Atualizada em 12/01/2026 às 11h09
Por: Redação Fonte: Agência O Globo
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Ala baiana do governo pressiona por chefe do jurídico da Petrobras na Justiça

Ala baiana do governo pressiona por chefe do jurídico da Petrobras na Justiça.

 

Ex-secretário de Assuntos Jurídicos (SAJ) da Casa Civil, Lima e Silva é descrito por diferentes auxiliares como uma pessoa da estrita confiança de Lula.

A ala baiana do governo, formada pelo líder no Senado, Jaques Wagner (PT), pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, e pelo ministro da Comunicação Social, Sidônio Palmeira, tem defendido nos bastidores a escolha de Wellington Cesar Lima e Silva, advogado-geral da Petrobras, para o lugar de Ricardo Lewandowski na pasta da Justiça e Segurança Pública.

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A escolha do novo ministro deve ocorrer nesta semana. O secretário executivo Manoel Carlos de Almeida Neto assumiu a pasta de forma interina por alguns dias.

De acordo com integrantes do governo, a ação mais explícita em favor do chefe do jurídico da Petrobras tem partido de Jaques Wagner. Quando era governador, o atual líder do governo indiciou Lima e Silva para comandar o Ministério Público Estadual da Bahia. O chefe da Casa Civil atua de forma discreta, assim como Sidônio.

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Ex-secretário de Assuntos Jurídicos (SAJ) da Casa Civil, Lima e Silva é descrito por diferentes auxiliares como uma pessoa da estrita confiança de Lula. Ele ocupou o cargo no Palácio do Planalto entre janeiro de 2023 e agosto de 2024. Na função, era responsável por todos os decretos, portarias e leis publicados pelo governo e despachava quase diariamente com o presidente.

Também é citado como possível nome para a Justiça o ministro da Controladoria Geral da União, Vinicius de Carvalho, que é próximo do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Outro nome defendido por lideranças do PT é o do advogado Marco Aurélio de Carvalho, do Grupo Prerrogativas.

A possibilidade de transferir o ministro da Educação, Camilo Santana, para a Justiça também foi cogitada internamente por causa da sua experiência na área de segurança pública no período em foi governador do Ceará. No cargo, Camilo enfrentou uma greve da Polícia Militar em 2020 que durou 15 dias e elevou o número de assassinatos no estado.

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