
OHospital Regional do Sertão Central (HRSC), por meio dolaboratório de análises clínicas, conquistou, pelo sétimo ano consecutivo, a certificação denível ExcelentedoPrograma Nacional de Controle de Qualidade (PNCQ). O título é conferido pelaSociedade Brasileira de Análises Clínicas, que elege osmelhores laboratórios do paísmediante uma rigorosa análise de controle técnico.
A certificação traduz o cumprimento do HRSC à resolução da Anvisa, que define os critérios técnicos-sanitários que laboratórios devem possuir, além de passar por uma avaliação externa. Para o usuário, o título significa que o trabalho de coletas de sangue e/ou urina que é feito enquanto ele estiver internado, é realizado com segurança e obedecendo a rigorosos padrões de qualidade.
Em 2018, por meio da adesão ao PNCQ o HRSC, unidade daSecretaria da Saúde do Ceará (Sesa)emQuixeramobim, institucionalizou a avaliação externa do seu laboratório. Um ano depois, o serviço conquistou seu primeiro certificado de excelência. Deste então já se somam sete títulos consecutivos. “A manutenção contínua da excelência ao longo dos anos fortalece a confiança da comunidade e dos usuários do serviço, assegurando uma assistência segura, qualificada e com boa experiência ao paciente”, afirma Júnior Coelho, gerente do Laboratório do HRSC.

No final do ano passado, o laboratório do HRSC atingiu a marca de2 milhões de exames realizados entre 2017 e 2025, número que demonstra o volume de trabalho da equipe, que passa por treinamento constante para aperfeiçoar o serviço, estruturado com equipamentos tecnológicos modernos para garantir resultados eficazes. “É o resultado de um trabalho coletivo que envolve desde a gestão, responsável pela estruturação e acompanhamento do serviço, até os profissionais que atuam na rotina assistencial, como auxiliares, técnicos e analistas clínicos”, completa Júnior Coelho.
Um destes profissionais é a técnica Lidiane de Almeida, 39. Ela está no setor desde 2019 e viu chegar cada um dos sete títulos de Excelência do PNCQ. A rotina, diz ela, é delicada, mas o resultado é recompensador. “A gente se sente notado por aquilo que entregamos, que é feito sempre com muita dedicação e muita responsabilidade”.
Em sete anos no serviço, entre uma coleta à beira leito e outra, Lidiane entende que a contribuição não é só em coletar o material do paciente e levar para o exame, “é também com um sorriso, perguntando se está tudo bem, dando esperança. Tendo empatia, é o que faz a diferença”, completa.
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