
Na véspera do Dia da Consciência Negra, Amazonas Band apresenta um repertório dedicado à força, à ancestralidade e à riqueza estética da música afro-brasileira

FOTO: Divulgação / Secretaria de Cultura e Economia Criativa
A cena cultural amazonense se prepara para uma noite marcada pela força da ancestralidade e pela celebração das identidades negras. Nesta quarta-feira (19/11), às 19h, o Teatro da Instalação, na rua Frei José dos Inocentes, Centro, zona sul de Manaus, recebe mais uma edição do Amazonas Jazz Club, desta vez com um concerto gratuito inteiramente dedicado à música afro-brasileira, conduzido pela consagrada Amazonas Band.
O evento é uma realização do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, reforçando o compromisso do Estado com a preservação, promoção e valorização das manifestações artísticas, em especial aquelas que dialogam com a memória, a resistência e a identidade do povo negro.
A apresentação chega à véspera do Dia da Consciência Negra com um propósito claro de revisitar, honrar e exaltar as contribuições da cultura afro-brasileira para a música nacional. A diversidade rítmica, a sofisticação harmônica e a potência estética dessas tradições se expressam em um repertório que conecta passado e presente, colocando em evidência arranjos assinados por grandes criadores brasileiros e estrangeiros.

FOTO: Divulgação / Secretaria de Cultura e Economia Criativa
Ao longo da noite, o público será conduzido por um percurso musical que homenageia mestres fundamentais da música brasileira. A abertura acontece com duas peças emblemáticas do compositor e maestro Moacir Santos, “Coisa nº 5 (Nanã)”, em arranjo de Tiago Costa, e “Coisa nº 10”, com arranjo de Adail Fernandes. São obras que traduzem o diálogo sofisticado entre jazz, ritmos afro-brasileiros e espiritualidade, marca registrada do legado de Moacir.
A viagem sonora segue com “Berimbau”, clássico de Baden Powell e Vinicius de Moraes, recriado em arranjo de Bob Mintzer, que evidencia o caráter percussivo, ritualístico e melódico da peça, um dos grandes símbolos da música negra brasileira. Em seguida, a energia se volta para a força criativa de Adil de Paula com “Tengo Tengo”, em arranjo de José Roberto Branco, trazendo frescor, balanço e pulsação marcante.
O repertório também inclui composições de José Roberto Branco, como “Sambita”, reforçando o talento de artistas contemporâneos que expandem as linguagens do samba e do jazz. A noite se encaminha para o universo de Pixinguinha, ícone da música brasileira, com “Um a Zero”, arranjo de Proveta, e o eterno “Carinhoso”, também em arranjo de José Roberto Branco, encerrando o concerto com emoção, memória e reverência ao legado afro-brasileiro.

FOTO: Divulgação / Secretaria de Cultura e Economia Criativa
A entrada é gratuita, e o público poderá prestigiar uma das apresentações mais simbólicas da temporada cultural, unindo música, história e consciência social em uma noite dedicada à força da ancestralidade afro-brasileira.
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