
A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025, a COP30, realizada em Belém, não é somente espaço para as discussões de líderes mundiais, mas também um momento para a projeção de gestores nacionais conectados com as necessidades de agir para mitigar os efeitos do aquecimento global nos territórios e com a transição energética, pautas amplamente discutidas no encontro.
Por isso, tanto a governadora Raquel Lyra (PSD) quanto o prefeito do Recife, João Campos (PSB), fizeram questão de marcar presença no evento, para apresentarem as iniciativas de enfrentamento à crise climática no âmbito local. A gestora pernambucana participou do painel “Oportunidades de Powershoring no Nordeste brasileiro: como acelerar investimentos sustentáveis e a cadeia industrial de baixo custo.”
Ao discursar, a gestora enfatizou os investimentos feitos pelo governo estadual em infraestrutura para garantir a chegada de novos negócios, ao mesmo tempo que houve promoção de mudança da matriz energética em cadeias produtivas já existentes no estado. Raquel Lyra ressaltou também que a desigualdade social e mudança climática estão interligados.
“A questão da mudança climática no nosso estado, justiça social e desigualdade social são faces de uma mesma moeda. E a gente tem diversos desafios. O desafio de garantir investimentos e estruturadores que permitam a Pernambuco poder ser um estado mais competitivo. Ao tempo em que a gente vai conseguindo, na prática, já garantir mudança de matriz energética para ações e para cadeias produtivas que já existem em Pernambuco”, declarou a governadora.
Já o prefeito João Campos, se encontrou com a ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, para compartilhar experiências na área da proteção de crianças. O gestor recifense também participou de painéis, incluindo um sobre financiamento climático em cidades resilientes, ao lado do presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Ilan Goldfajn.
No painel, Campos apresentou as iniciativas do programa ProMorar, com ênfase na macrodrenagem do rio Tejipió. Ele destacou, ainda, que 70% dos investimentos feitos na cidade se concentram em áreas da periferia.
“Nós fizemos um conjunto de intervenções na macrodrenagem do Rio Tejipió. A gente está falando de 30% do território da cidade que está na bacia do Rio Tegipe Ó e que é a área mais crítica de alagamento da cidade. A gente, para poder mitigar essa área, são mais de 600 milhões sendo investidos.É preciso ter a capacidade de investir e de fazer uma verdadeira proteção social. Chegou a hora de começar a virar o jogo e botar o dia em campo, fazer parcerias, tirar do papel e claro, não vamos desistir do nosso planeta e juntos a gente vai querer fazer muito mais”, pontuou o prefeito.
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