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Edvaldo Magalhães aponta fortalecimento da cafeicultura no Acre e critica retaliação política contra prefeito de Feijó

Durante a sessão ordinária desta terça-feira (11), o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) chamou atenção para o avanço da cafeicultura no Acre e para...

11/11/2025 às 18h01
Por: Redação Fonte: Aleac
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Foto: Reprodução/Aleac
Foto: Reprodução/Aleac

Durante a sessão ordinária desta terça-feira (11), o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) chamou atenção para o avanço da cafeicultura no Acre e para o potencial de expansão da agricultura familiar no Estado. Segundo ele, os resultados obtidos pelos produtores acreanos em concursos e feiras nacionais demonstram que o Acre está se consolidando na produção de café de qualidade elevada, com potencial de gerar renda e fortalecer comunidades rurais.

De acordo com o parlamentar, mais de 90% dos produtores inscritos no concurso estadual de café alcançaram pontuação superior a 80 pontos, classificação que caracteriza café especial no padrão nacional. Edvaldo afirmou que o desempenho é reflexo do trabalho direto com agricultores familiares e da organização produtiva em regiões como o Vale do Juruá. “A gente está em uma região que, com atenção básica ao processo de colheita, já produz café especial. Isso significa agregação de valor, geração de renda e transformação da realidade do campo”, destacou.

Edvaldo direcionou parte de seu discurso para criticar o que classificou como um episódio de retaliação política envolvendo o município de Feijó. Ele citou a exoneração do marido do prefeito da cidade após a participação do gestor em um ato de filiação partidária do Republicanos, sigla da qual faz parte. Para o deputado, a medida representa um movimento de pressão política desnecessária.

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“O prefeito participou de um ato do seu próprio partido. Isso não deveria ser motivo para perseguição. Quando se reage de forma apressada, com força desproporcional, é sinal de que há algo errado na condução política. É como Davi e Golias: às vezes quem parece forte se preocupa demais com o pequeno gesto do outro”, afirmou.

O deputado também alertou para o risco de se enfraquecer a autonomia política de prefeitos e lideranças municipais. Ele defendeu que cada gestor deve ter liberdade para exercer suas escolhas partidárias e institucionais sem sofrer coerções. “Não se constrói projeto político sólido usando pressão. Democracia se faz com respeito e equilíbrio, não com expurgo e retaliação”, encerrou.

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Texto: Andressa Oliveira

Foto: Sérgio Vale

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