
Rodolpho Toski Marques não trabalha como VAR mais neste Campeonato Mineiro.
Após reunião com o CEO do Cruzeiro, Alexandre Mattos, na manhã desta quinta-feira (13), a Federação Mineira de Futebol (FMF) emitiu comunicado em que admite erros do VAR Rodolpho Toski Marques no clássico Cruzeiro x Atlético-MG, domingo (9), no Mineirão, pela penúltima rodada da primeira fase do Mineiro, vencido pelo Galo por 2 a 0.
A Comissão de Arbitragem da FMF entendeu que o árbitro Felipe Fernandes de Lima poderia ter sido chamado para rever os lances na cabine do VAR em duas oportunidades. A pedido do Cruzeiro, a FMF decidiu não convocar Rodolpho Toski Marques para as partidas decisivas do Estadual e explicou porque está precisando chamar árbitros de outros estados para comandar o VAR.
A Federação Mineira de Futebol informa que foi realizada nesta quinta-feira, na sede da entidade, uma reunião com integrantes da diretoria do Cruzeiro Esporte Clube. Participaram da reunião pela FMF, o diretor de competições Gabriel Cunha, o presidente da comissão de arbitragem Márcio Eustáquio Santiago e o Chefe de Gabinete da Presidência, Daniel Las Casas.
O primeiro ponto a ser esclarecido é que, conforme o atual protocolo da Comissão de Arbitragem (CA), os clubes que tiverem qualquer questionamento em relação à arbitragem dos jogos, podem solicitar o acesso aos áudios e vídeos do VAR, o que é feito em reunião realizada diretamente entre a CA e o clube interessado. O objetivo é evitar distorções e/ou edições nos áudios e vídeos dos lances analisados.
Na reunião, foi relatado que o lance envolvendo os atletas Lyanco, do Atlético, e Dudu, do Cruzeiro, foi acidental, na visão da Comissão de Arbitragem. Porém, como o árbitro central da partida não viu o lance no campo, a CA entende que ele poderia ter sido alertado pelo árbitro de vídeo, Rodolpho Toski Marques, para uma análise detalhada e decisão interpretativa por parte do árbitro de campo, Felipe Fernandes de Lima.
Na expulsão do atacante Gabriel Barbosa, a FMF também apresentou as imagens e áudios, em que ficou nítido que o árbitro de campo não argumentou que o atleta Lyanco, do Atlético, estava com a cabeça abaixada. Portanto, o árbitro de vídeo interpretou como agressão e convocou o árbitro de campo para avaliar o lance. Após analisar as imagens na ARA, ele aplicou o cartão vermelho.
No lance do segundo gol do Atlético, em jogada envolvendo Hulk e Fabrício Bruno, a FMF entende que deveria ter sido feita uma análise mais detalhada por parte do VAR, com o uso do zoom.
Ainda esclarecemos que, por conta da renovação da licença do árbitro Igor Junio Benevenuto, que atualmente está em Dubai, a FMF convidou para os jogos do Mineiro SICOOB 2025 os árbitros de vídeo de outro estado, Rodolpho Tosky Marques e Wagner Reway, ambos FIFA, que estão prestando serviços como VAR nos jogos da FMF desde a temporada 2024.
A FMF reforça que a reunião com o Cruzeiro foi transparente, colaborativa e cordial e que, diante das alegações do clube e da avaliação da FMF, o árbitro de vídeo Rodolpho Toski Marques não participará das fases decisivas do Campeonato Mineiro.
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