
O Auditório Glauco Flores Sá de Brito (Miniauditório) recebe entre os dias 7 e 9 de novembro o espetáculo "Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei", uma reflexão bem-humorada sobre a imposição de padrões de beleza. As sessões acontecem sexta (7) e sábado (8) às 20h e domingo (9), às 19h
Protagonizada por Pagu Leal, a montagem mistura stand-up comedy, relato pessoal e filosofia, costurando com leveza e contundência as diversas formas de violência simbólica e estética vividas, sobretudo, por mulheres. Ao longo da apresentação, Pagu compartilha suas próprias experiências com o corpo e a imagem, criando uma atmosfera de diálogo íntimo com o público.
“O padrão ignora o envelhecimento natural das mulheres e objetifica corpos de jovens e adolescentes”, afirma a artista. “Além disso, não considera cores, biotipos, contextos sociais, cultura, religião e tantas outras diversidades”.
Mais do que uma crítica, o espetáculo propõe um caminho de autoconhecimento, aceitação e amor-próprio. Com uma linguagem direta e cativante, Pagu provoca o riso e a identificação, abrindo espaço para que cada espectador se enxergue no espelho com um olhar mais generoso.
A direção artística é assinada por Giorgia Conceição, artista burlesca e terapeuta corporal, que mergulhou no universo do texto, originalmente construído a partir de crônicas e anotações de aula, para criar uma encenação ágil, emotiva e divertida. Com sensibilidade e ritmo, Giorgia imprimiu teatralidade ao material e acentuou o caráter cômico das situações envolvendo a busca da beleza.
AUTORA E ATRIZ– Há mais de 30 anos em Curitiba a artista das Artes Cênicas Pagu Leal já atuou em mais de 40 espetáculos profissionais. Ao longo de sua carreira, foi transformando a sua voz de atriz em uma voz autoral na dramaturgia e também como diretora artística. Em 2020 foi contemplada com o Prêmio Reconhecimento da Trajetória através da Lei Aldir Blanc.
Como dramaturga já teve diversos textos encenados, com destaques para: “Do dia que Olhei no Espelho e Não me Encontrei”, “A Vênus das Peles” contemplado com o prêmio Myriam Muniz pela Funarte, “Difícil Amor”, contemplado pelo Troféu Poty Lazzarotto de Melhor Texto Teatral, e “Que Absurdo!”, texto selecionado no projeto: Dramaturgias Contemporâneas Brasileiras da Fundação Cultural de Curitiba.
Teve seu próprio programa de humor na TV em 2011, “Coisas de Casal”, na RPC TV, onde atuava e escrevia. Dentro das pesquisas em Filosofia tem se dedicado à Filosofia da Linguagem, com especial atenção aos estudos sobre Filosofia Analítica da Linguagem e Ética.
Serviço:
“Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei”
Data: 7 a 9 de novembro (sexta a domingo) de 2025
Sexta e sábado, às 20h00
Domingo, às 19h00.
Local: Auditório Glauco Flores de Sá Brito (Miniauditório) | Rua Amintas de Barros, 70, Centro, Curitiba, Brasil
Tempo de duração do espetáculo: 45 minutos
Classificação etária: 14 anos
Especificações do espetáculo: Teatro
Ingressos: DiskIngressos e bilheteria do Teatro Guaíra
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