
Os professores Carlos Alexandre e Jorge Henrique, dos centros de excelência 28 de Janeiro e Manoel Messias Feitosa, localizados no alto sertão sergipano, participam da 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas, promovida pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), evento que teve início no dia 31 de outubro de 2025 e segue até 9 de novembro de 2025.
Considerado um dos mais importantes eventos literários do Nordeste, a Bienal Internacional do Livro de Alagoas, que neste ano traz o tema “Brasil e África: ligados culturalmente nas suas raízes e ritos”, reúne escritores, editoras, leitores e artistas em uma grande celebração da palavra, da arte e da cultura.
Neste sábado, 8, os docentes sergipanos participam da mesa-redonda intitulada “Pontes Literárias entre o Sertão Sergipano e as Águas de Cabo Verde”, ao lado do escritor sergipano Lucas Lamonier. A atividade é promovida pela Academia Gloriense de Letras (AGL), instituição que representa o município de Nossa Senhora da Glória no cenário literário sergipano.
O professor Carlos Alexandre, do Centro de Excelência 28 de Janeiro, em Monte Alegre de Sergipe, e o professor Jorge Henrique, do Centro de Excelência Manoel Messias Feitosa, em Nossa Senhora da Glória, juntamente com o acadêmico Lucas Lamonier, irão abordar as conexões culturais e literárias entre Cabo Verde e o sertão sergipano, explorando as semelhanças históricas, simbólicas e identitárias que aproximam essas duas realidades.
A mesa-redonda foi inspirada no contato dos participantes com as escritoras cabo-verdianas Dina Salústio e Vera Duarte, cujas obras despertaram admiração e o reconhecimento de laços profundos entre as literaturas africana e brasileira. “Cabo Verde é uma verdadeira irmã do Brasil. Suas vozes femininas e sua literatura pulsante nos revelam uma África viva, sensível e profundamente ligada à nossa formação cultural”, destacou o professor e escritor Carlos Alexandre.
Incentivo à leitura
Durante o período da pandemia, os educadores desenvolveram o projeto 'De Conto em Conto', com o objetivo de estimular os estudantes dos dois centros de excelência da rede pública estadual de ensino a explorarem a literatura de autores sergipanos, nacionais e internacionais, incluindo as escritoras cabo-verdianas. As análises estão publicadas no canal do YouTube da Academia Gloriense de Letras.
De acordo com o professor Jorge Henrique, a participação dos professores sergipanos na Bienal reforça o compromisso da rede estadual de ensino com a formação humanística, o intercâmbio cultural e a valorização da literatura como instrumento de ensino e transformação social.


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