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Bióloga flagra jiboia predando um Arara Canindé, porém…

Bióloga flagra jiboia predando um Arara Canindé, porém…

02/11/2025 às 13h06
Por: Redação Fonte: Agência O Antagonista
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Bióloga flagra jiboia predando um Arara Canindé, porém…

Bióloga flagra jiboia predando um Arara Canindé, porém…

 

Saber como se comportar ao observar um evento entre predador e presa é fundamental para proteger a fauna e cumprir a legislação.

No coração do Parque dos Poderes, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, a bióloga Thaís Buzetti registrou um momento raro e impressionante da cadeia alimentar: uma jiboia tentando predar uma arara-canindé, situação que tornou evidente a complexidade das relações predador-presa na natureza e a necessidade de não interferir nesses processos naturais.

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Intervir em atos naturais de predação pode configurar crime ambiental, conforme previsto pela Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998). A legislação brasileira protege a fauna silvestre, reconhecendo a importância de permitir que processos naturais ocorram sem interrupção humana.

Além de afetar populações animais e o equilíbrio ecológico, a intervenção humana pode quebrar ciclos essenciais para o controle de espécies e a biodiversidade. Permitir que a natureza siga seu curso é fundamental.

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Como a Lei de Crimes Ambientais protege a fauna silvestre

A Lei de Crimes Ambientais prevê que qualquer ação que prejudique a fauna silvestre, como captura, perseguição ou perturbação de animais, seja considerada crime.

Tais práticas podem impactar negativamente populações inteiras, comprometendo a sustentabilidade dos ecossistemas.

Ao respeitar essas normas, contribui-se para preservar a biodiversidade e garantir que os processos ecológicos ocorram de forma natural, apoiando a sobrevivência de diferentes espécies.

 
 
 
 
 
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O que aconteceu durante o encontro entre a jiboia e a arara-canindé

Durante o momento tenso, a jiboia tentou predar a arara, mas não teve sucesso. A movimentação de pessoas próximas pode ter feito a serpente desistir do ataque, já que animais geralmente abandonam tentativas de caça quando se sentem ameaçados.

A presença humana, mesmo sem contato direto, pode alterar significativamente o comportamento de predadores e presas, interrompendo ciclos que ocorrem naturalmente na floresta.

Como agir corretamente ao presenciar um evento de predação na natureza

Saber como se comportar ao observar um evento entre predador e presa é fundamental para proteger a fauna e cumprir a legislação.

O mais recomendado é manter distância e não interferir, evitando causar estresse aos animais e respeitando as normas ambientais.

Confira algumas orientações:

  • Observe à distância e de forma silenciosa, sem se aproximar dos animais.
  • Evite qualquer intervenção direta, inclusive barulhos ou movimentos bruscos.
  • Se houver riscos a pessoas, acione autoridades ambientais ou órgãos competentes.
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