
O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), tem intensificado as ações de sensibilização sobre a importância da doação de órgãos. A iniciativa, coordenada pela Central de Transplantes do Maranhão (CET), visa esclarecer dúvidas da população e fortalecer o sistema estadual de transplantes, que integra o Sistema Nacional de Transplantes (SNT) do Ministério da Saúde.
A Central é responsável por coordenar todas as ações relacionadas à doação e ao transplante de órgãos no estado. O trabalho é realizado em conjunto com a Organização de Procura de Órgãos (OPO) e comissões hospitalares, garantindo que cada etapa — do diagnóstico de morte encefálica ao encaminhamento do órgão — ocorra de forma ética, segura e transparente.
Uma das principais frentes da política estadual de transplantes é a sensibilização da sociedade sobre o tema. Por lei, a retirada de órgãos só pode ocorrer com autorização familiar. Por isso, a orientação é que quem deseja ser doador comunique essa decisão aos familiares.
“A melhor forma de sensibilizar é levar o assunto para dentro de casa, para as escolas, igrejas e locais de trabalho. Declarar-se doador é o primeiro passo para que essa vontade seja respeitada”, explica o coordenador da CET, Hiago Bastos.
Processo
O critério de seleção para o transplante segue regras nacionais. A lista é única, informatizada e controlada pelo Ministério da Saúde. “Quando há um órgão disponível, como um fígado ou um rim, o sistema identifica automaticamente o receptor mais compatível, levando em conta o tipo sanguíneo, o tempo de espera e a gravidade do caso. É um processo seguro e transparente, auditado por todas as centrais do país”, reforça o coordenador.
Os tempos de preservação variam de acordo com o órgão. Coração e pulmão podem ser transplantados em até quatro horas após a retirada; o fígado, em até oito horas; e os rins, entre 24 e 48 horas. Já as córneas têm prazo maior e podem ser transplantadas em até 15 dias.
Critérios
Podem ser receptores as pessoas que apresentam doenças sem possibilidade de tratamento convencional e que sejam avaliadas por médicos especialistas na área correspondente. Já os impedimentos para doação envolvem casos de HIV, tuberculose ativa, alguns tipos de câncer metastático e infecções graves com risco de transmissão.
A idade não é um limitador para a doação de órgãos sólidos: o que importa é a viabilidade dos órgãos. No caso de tecidos, as regras variam quanto à idade. Para tecidos como a córnea, o doador precisa ter entre 2 e 80 anos. Fora dessa faixa, não é possível a captação.
O coordenador lembra ainda que o sistema público de transplantes do Brasil é referência internacional. “O trabalho das centrais faz com que o país tenha o maior programa público de transplantes do mundo, considerado também um dos mais seguros. Todo o processo é auditado e obedece a critérios técnicos que garantem justiça e integridade, beneficiando quem mais precisa, independentemente da condição social”, conclui Hiago Bastos.
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